Sassá nega participação em morte de taxista de Nova Califórnia e manda recado para família da vítima

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Sassá nega participação no assassinato de taxista

Um dos suspeitos de participar do crime que chocou os moradores do distrito de Nova Califórnia, em Rondônia, onde o taxista Ronaldo Vacaro, um dos moradores mais antigos da vila, foi assassinado de forma brutal após ter sua caminhonete roubada, negou participação no latrocínio ocorrido no dia 31 de maio, na BR-364.

O jovem Emerson Gomes, conhecido pelo apelido de Sassá, chegou a ser preso em flagrante com a caminhonete roubada na cidade de Guajará Mirim, mas no dia seguinte foi solto durante audiência de custódia após os demais suspeitos assumirem a culpa pelo assassinato e roubo.

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Nesta quarta-feira (6), “Sassá” recebeu a imprensa em sua casa que fica localizada na cidade de Acrelândia. Ele conta que não sabia que o veículo era roubado e que foi convidado apenas para dirigir a caminhonete enquanto o grupo de amigos fazia compras na Bolívia.

“Os caras chegaram e me chamaram para ir fazer compras na Bolívia e que a caminhonete era do patrão deles e só liberaria para quem tivesse carteira de habilitação. Ao chegar lá soube que a caminhonete era roubada e acabei preso”, diz.

“Sassá” conta que foi enganado pelo amigos que o convidaram para ir até Guajará Mirim, em Rondônia. Ele afirma que teme que os familiares do taxista queiram se vingar da morte que chocou os moradores da vila.

“Eu não tive nada a ver com o crime. Fui enganado e agora estou correndo risco de morte. Sou inocente e hoje sou o réu, quero ver quando vocês foram o réu”, diz.

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