Caçador é atacado por onça pintada no Acre: “Não morri porque meu irmão atirou nela”

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O caçador Gustavo Seixas, 47 anos, passou por uma situação de risco em uma região de mata fechada às margens do Rio Chandles, afluente do Rio Purus, em Manoel Urbano, no Acre.

“Estou contando a história porque Deus e meu irmão me salvaram. Não pude fazer nada. Quando dei por mim, a bicha já tinha me derrubado, e me feriu todo”, relata Seixas.

Ele foi vítima da fúria de uma onça pintada que estava cuidando do filhote no momento do ataque. O fato não é recente, mas Gustavo carrega cicatrizes das mordidas na cabeça, nos braços e nas mãos até hoje.

Ele conta que saiu para caçar animais silvestres na companhia de um irmão e ao abrir um pequeno caminho numa área de mata nativa esbarrou com o felino. Gustavo seguia na frente e não percebeu a aproximação da onça.

“Ela fica mais feroz quando está parida, é tanto que depois que meu irmão atirou, ela mesmo baleada foi parar perto do filhote, e morreu em seguida”.

Gustavo foi socorrido pelo irmão e há quatro anos abandonou a moradia no Rio Chandles e passou a morar na cidade de Manoel Urbano, onde relatou a história do pior momento vivido na zona rural.

Com informações dos repórteres Aldejane Pinto e Gilmar Mendes Lima

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