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Rio Branco, Acre,

 

Adriano Gonçalves

Como está a vacinação no Brasil e no mundo: COVID19

Adriano Goncalves

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Quando se trata de distribuição de vacinas, há uma pergunta que a maioria das pessoas está fazendo – quando vou tomá-la?

Alguns países definiram metas muito específicas, mas para o restante do mundo a imagem é muito menos clara, pois envolve processos científicos complicados, corporações multinacionais, promessas governamentais conflitantes e uma grande dose de burocracia e regulamentação. Não é nada simples.

Quando vou receber a vacina?

No Brasil, a vacinação começou no fim de janeiro. Até agora, segundo a plataforma de dados Our World In Data, mais de 10 milhões de doses já foram administradas.

Mas uma grande parcela da população ainda falta ser vacinada. Foram 5,05 doses por 100 habitantes. Já em Israel, o país com a maior taxa de vacinação do mundo, 106,5. No Chile, o país da América Latina que mais rapidamente tem vacinado sua população, essa taxa é de 32,09.

Em números absolutos, os Estados Unidos são o país que mais administrou doses de vacinas contra a covid-19, cerca de 98,2 milhões até agora.

Em abril pode mudar o cenário da vacinação brasileira

A partir de abril o Brasil pode passar por uma importante virada no cenário da vacinação brasileira contra a Covid-19, que sofre com uma campanha a conta-gotas. Tudo porque a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) passará a entregar regularmente grandes cotas de vacinas no próximo mês.

A instituição, que é a principal fornecedora do Ministério da Saúde, espera distribuir entre 6 e 7 milhões de imunizantes, o que ultrapassará em 66% o número de doses já entregues até terça-feira (9) ao Programa Nacional de Imunização (PIN).

A Fiocruz é a responsável pela produção da vacina de Oxford no Brasil. Em janeiro, ela enviou à Anvisa os dados sobre o imunizante para serem analisados pela agência, assim como o pedido de registro definitivo. Agora aguarda a aprovação ainda para a primeira quinzena de março.

A fundação enfrentou atrasos na produção das vacinas AstraZeneca devido à demora de entrega do ingrediente farmacêutico para a fabricação, o IFA, que é importado. Em busca de alternativas, a Fiocruz iniciou conversas com o laboratório para tentar superar a situação e até importar insumos ou vacinas prontas, se necessário, já que a entrega prevista para fevereiro foi adiada para março.

“Nossa abordagem é ter 110 milhões no segundo semestre, seja dando continuidade ao que fazemos agora seja para produzir a vacina pronta ou um mix das duas coisas. Estamos vendo a melhor estratégia para manter o compromisso com o Ministério da Saúde”, disse o dirigente.

ADRIANO GONÇALVES

Coach Ministerial – Personal Coaching – Especialista Mindset
(Academy of Business and Coaching) Associado IAC –International Associationof Coaching
Autor do livro: MINDSET; configure sua mente para o sucesso

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