Empresário diz que é preciso tirar grupo que faliu o Acre e cita fracassos dos petistas

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O Acre pede passagem!!!

Por Jarbas Soster

Empresário Jarbas Soster

Estamos vivendo o momento mais amargo da política econômica ‘florestânica’, esse modelo econômico de nome sugestivo aos estrangeiros, mas de pouco ou nenhum resultado real aos acreanos. Com quase 20 anos do uso irresponsável do dinheiro público em obras faraônicas, inchaço da máquina pública com a finalidade de apadrinhar os aliados e criação de empresas estatais com resultados desalentadores, o Acre chegou ao fundo do poço.

Chegamos, infelizmente, ao ponto mais caótico da governança pública. Com Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs) desesperadores, vemos o Acre afundar e levar consigo gerações e mais gerações que mereciam destino melhor. É triste andar nas periferias das cidades acreanas. O cenário é bem diferente daquele pintado pela mídia oficial que tem a seu dispor R$ 13,5 milhões anualmente para divulgação de publicidade e propaganda.

O governo petista que aí está é culpado por mascarar dados e deixar o Acre fora dos trilhos. Os governos locais têm grandes responsabilidades no fortalecimento de diretrizes, voltadas à implantação de políticas econômicas que sejam absolutamente exequíveis a permitir e expandir as potencialidades de modo que possamos criar a segunda economia que possa somar-se ao contracheque do funcionalismo. Fazer a melhor escolha está nas mãos dos dirigentes partidários e da população acreana. Tempo é dinheiro, como se diz no ditado popular, assim sendo podemos concluir que o Acre não apenas perdeu quase 20 anos em administrações fracassadas, mas perdeu também oportunidades reais de desenvolvimento econômico. Diante dessa perda de tempo e de dinheiro, é que surge a pergunta mais propícia para um ano eleitoral: é possível confiar mais uma vez no projeto político que faliu o Acre?

Na minha opinião, nós não temos mais tempo. Estamos 50 anos atrás de Rondônia, nosso vizinho, que está logo ali à beira do nosso quintal. Lá a cultura de criação e exportação de peixe realmente existe, bem ao contrário da obra milionária onde foi investido R$ 80 milhões de reais do governo, dinheiro do povo e que hoje está falida tendo apenas R$ 5 mil reais em caixa.

A única diferença de Rondônia desenvolvida para o Acre falido é gestão e compromisso com o que é público.

Estou convencido de que precisamos mudar o quadro político do Acre. Dar uma chance de escolha a um novo projeto que possa somar-se a todos aqueles que acreditam e investem suas economias aqui.

Sou muito a favor da expansão de negócios fora do Acre, aliás, essa é uma conquista de toda empresa acreana, profissional autônomo ou liberal.

Agora, um político que governou nosso estado por 2 mandatos e ainda com mandato tampão de seu sucessor, que defende aqui a “Florestania”, que é base de toda a desgraça econômica e de tortura dos acreanos, e tem seus negócios e de seus familiares em outros estados e sabe Deus mais aonde, é de pormos na conta e pensamos.

*Jarbas Soster é empresário do ramo da construção civil 

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