“Aceitaria ser vice de Gladson se a oposição se unisse, mas não vejo isso acontecer”, diz Ulysses

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O coronel Ulysses Aráujo, pré-candidato ao governo do Acre e que nos últimos dias foi apontado como o nome ideal para substituir Wherles Rocha (PSDB) na chapa com Gladson Cameli (PP), manifestou-se após inúmeras expeculações nos bastidores da política e confirmou que foi convidado para ser vice pelo próprio Gladson, em nome de uma suposta união, mas que percebeu que dentro da oposição não há união e que há dentro do grupo interesses pessoais e egos insaciáveis.

Ulysses afirmou que só aceitará o convite feito por Gladson Cameli se na reunião marcada para quinta-feira (15) a oposição tiver chegado a um consenso.

Ulysses Araújo afirmou que nunca pediu e nem está desesperado para ser vice e que, portanto, só aceitaria a missão em nome da unidade.

“Recebi o convite de vários partidos e do próprio Gladson. Estou ouvindo e acompanhado os bastidores. Foi alegado que eu seria o pivô do racha da oposição e que a minha indicação a vice e a retirada da minha candidatura seria o ponto de união, mas pelo que estou vendo o problema não sou eu”, diz.

Ulysses afirmou que a discussão dentro da oposição está permeada de interesses pessoais. “O problema não sou eu e sim os interesses pessoais e os egos que são insaciáveis. Disse que não seria a pedra de tropeço desse processo e assim desmonto a teoria levantada pela própria oposição de que eu estava a serviço do PT”, diz.

O militar não respondeu à reportagem objetivamente se aceitará ou não o convite, levando em conta que o deputado Rocha também teria sido combinado para o mesmo cargo.

“Nesse sentido disse que se até amanhã no horário do anúncio do vice se houvesse consenso e um verdadeiro desejo de união eu iria aceitar, mas não tenho visto esse desejo por parte de alguns”, diz.

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