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Rio Branco, Acre,

 

Política

“Tem que pegar a equipe da Zeladoria e colocar para fazer um cursinho de licitação”, diz deputado Calegário

Gina Menezes

Publicado

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O deputado estadual Fagner Calegário afirmou na sessão de terça-feira (16) que as empresas terceirizadas não têm culpa do atraso dos salários dos garis, tampouco da truculência usada contra os trabalhadores e alfinetou a direção da Secretaria de Zeladoria ao dizer que a equipe precisa fazer um cursinho básico de licitação para aprender como se calcula metragem.

Calegário afirmou que com o contrato em vigência a atual direção da Zeladoria quer mudar as regras de pagamento.
“Com um contrato vigente, andando, eles querem mudar as regras do contrato. Eles precisam mesmo é de um cursinho básico de licitação”, diz.
Calegário garantiu que as empresas irão pagar os trabalhadores e logo após ingressar com ações contra a prefeitura.
“Primeiro ação administrativa e se preciso judicial para reavermos os valores, porque a mesma Procuradoria do Município que está aí vendo tudo isso é que estava esse tempo todo nos dando legalidade”, diz.

O parlamentar indicou o secretário Joabe Lira como o principal responsável pelo atraso no pagamento dos salários dos funcionários.

Segundo Calegário, o secretário teve o intuito de se “livrar” da responsabilidade pelos atrasos e tentou culpar as empresas pelo problema.

“O secretário Joabe vem querendo responsabilizar a empresa por culpa da sai inoperância, da sua irresponsabilidade, pela sua falta de gestão à frente da Secretaria. E a alegação da Secretaria, de forma leviana, subjetiva, é o que nos preocupa, jogando a opinião pública contra as empresas responsáveis por esses trabalhadores que ontem foram recebidos a borrachadas e spray de pimenta”, falou Calegário.

O deputado lembrou ainda que, foi disponibilizado pelas empresas um quantitativo mínimo de funcionários para a Secretaria, e que se algum momento esses funcionários não cumpriram o seu trecho de serviço, a culpa não deve ser das empresas.

“Se o funcionário não cumpriu com o seu trecho, a empresa não deve ser responsabilizada. Ela fez o seu papel. Os funcionários estavam à disposição da Secretaria. Se os serviços não foram cumpridos, a culpa é da incompetência, da irresponsabilidade e da falta de condições técnicas e até mesmo emocionais por parte do Secretário”, opinou Calegário.

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