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Coronavírus: depois de vários apelos, acreano começa a deixar as ruas e a isolar-se em casa

Redação Folha do Acre

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Carros de som dos Bombeiros, expediente corrido e massificação, na imprensa e nas redes sociais, vão gradativamente surtindo o efeito necessário para que a Covid-19 não se espalhe entre a população

Quase ninguém circulou pelas ruas de Rio Branco, no início da tarde desta segunda-feira, 23, depois de um domingo em que os supermercados estiveram lotados de pessoas. Esses estabelecimentos não têm restrição para funcionamento em tempo de pandemia de coronavírus, mas uma nova recomendação da Vigilância Sanitária Estadual solicita que as pessoas não levem toda a família às compras.

No primeiro dia útil da semana, locais como o centro da cidade, entre a Avenida Getúlio Vargas e a Avenida Brasil, estavam praticamente desertos às 14h20, e seguiu assim por toda a tarde.

Os inúmeros apelos para que as pessoas fiquem em casa, promovidos por meio de notas do governo em grupos de WhatsApp, nas redes sociais e nos sites de notícias, já receberam o apoio fundamental do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar do Estado do Acre, com um serviço de som aconselhando as pessoas a retornarem para casa e a manterem-se em quarentena para evitar a disseminação do coronavírus.

“Gradativamente, a gente vê que os apelos estão surtindo o efeito desejado entre a população”, comemora a secretária-adjunta de Estado de Saúde do Acre, Paula Mariano. “É assim mesmo que poderemos vencer essa batalha: nos isolando para que o vírus não se propague entre as pessoas”, completa a secretária, que é também é médica.

A maior preocupação e com a possibilidade de contaminação de pessoas por Covid-19 na faixa de risco, idosos e portadores de problemas crônicos relacionados às vias respiratórias.

No último dia 20 de março, o governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, assinou Decreto nº 5.496, que estabeleceu novas medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública por conta da Covid-19.

Entre elas, o artigo 5º prevê que o funcionalismo público tenha o expediente administrativo em horário corrido, por meio de rodízio de servidores em dias alternados, das 7h às 13 horas, para que os servidores fiquem menos tempo fora de casa, quando não for possível o trabalho remoto. Estão também dispensados de irem a suas repartições os servidos com idade de 60 anos ou mais.

Secom

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