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Polícia prende suspeito de importunação sexual em escola e cumpre mandado por tráfico no interior do Acre

Por Redação Folha do Acre 15/05/2026 09:32 Atualizado em 15/05/2026 09:34
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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Marechal Thaumaturgo, realizou uma ofensiva na manhã desta quinta-feira, 14, resultando na apreensão de uma adolescente por tráfico de drogas e na prisão em flagrante de um homem acusado de importunação sexual e perseguição dentro de uma instituição de ensino.

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Em uma ação rápida, os agentes prenderam um jovem de 21 anos após uma denúncia desesperada via redes sociais. Uma estudante de 16 anos utilizou o Instagram para entrar em contato com um policial, relatando que havia acabado de ser agarrada pelo suspeito no interior de uma escola municipal.

Ao chegar ao local, a equipe policial confirmou o relato. A vítima informou que vinha sendo perseguida e importunada há dias, recebendo mensagens de cunho sexual e sofrendo investidas físicas. Durante a diligência, uma segunda vítima apareceu, relatando que, dias antes, o mesmo homem tentou arrastá-la à força para o banheiro da unidade, mas ela conseguiu escapar.

O delegado Marcílio Laurentino destacou que o comportamento do autor levanta suspeitas sobre sua saúde mental. “O autor aparenta possuir problemas psicológicos, mas diante da gravidade dos atos, ele foi autuado em flagrante e encaminhado à Justiça, que avaliará a manutenção da prisão e a necessidade de exames complementares.”

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Paralelamente, a PCAC cumpriu um mandado de busca e apreensão contra uma adolescente de 15 anos. No final do ano passado, a jovem foi flagrada tentando introduzir entorpecentes na delegacia para seu companheiro, que estava preso por integrar uma organização criminosa.

Na época, ela foi ouvida e liberada, mas a Justiça determinou sua apreensão esta semana. A situação, contudo, é delicada, pois a adolescente está grávida e em período de amamentação.

“Nesta manhã, demos uma resposta a dois casos distintos que preocupavam a comunidade. Sobre a adolescente, cumprimos a ordem judicial referente ao ato infracional análogo ao tráfico cometido anteriormente. Por ela ser gestante e lactante, é provável que a Justiça opte por medidas alternativas após a audiência de custódia, visando a proteção da criança. Já no caso da escola, a intervenção foi crucial para garantir a segurança das alunas. A agilidade da vítima em pedir ajuda e a pronta resposta da nossa equipe impediram que algo ainda mais grave acontecesse no ambiente escolar”, ressaltou Laurentino.

Ascom Polícia Civil

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