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Política

Marina Silva descarta suplência ao Senado e reafirma candidatura por São Paulo

Por Redação Folha do Acre 04/05/2026 09:21 Atualizado em 04/05/2026 09:21
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Pesquisas apontam que disputa ao Senado pelo estado segue indefinida entre ex-senadora Simone Tebet (PSB), ex-ministro Márcio França (PSB) e deputada

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A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) descartou concorrer como suplente ao Senado Federal nas eleições deste ano. Nas redes sociais, a parlamentar reafirmou nesta segunda-feira (4) a candidatura como senadora pelo estado de São Paulo.

“Não há qualquer discussão sobre a suplência para o Senado. Deixei o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima colocando meu nome ao debate para disputar uma das vagas ao Senado por São Paulo, por compreender a importância estratégica da reeleição do presidente Lula e pela eleição de Fernando Haddad ao governo de São Paulo”, disse a deputada federal no X.

“É um debate tranquilo e maduro, com o apoio da Federação REDE-PSOL, que entende que aportará grande contribuição política e programática em uma das vagas ao Senado na chapa. Esse debate sobre suplência não é condizente com o tamanho e a qualidade de nossa representação e contribuição”, completou.

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No início de abril, Marina se colocou à disposição para disputar uma vaga ao Senado por São Paulo. Segundo a parlamentar, a decisão reafirmava “o compromisso pela reeleição do presidente Lula” e pela consolidação de uma frente democrática no estado, com apoio a Fernando Haddad.

Depois, o partido Rede Sustentabilidade oficializou apoio à candidatura de Marina Silva ao cargo. A decisão foi anunciada pelo Diretório Estadual da sigla no estado, após um período de indefinição que chegou a gerar especulações sobre uma possível saída da ex-ministra da legenda.

Pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quarta-feira (29) mostrou que a disputa para o Senado em São Paulo segue indefinida entre a ex-senadora Simone Tebet (PSB), o ex-ministro Márcio França (PSB) e Marina Silva.

O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e jovens a partir dos 15 anos já podem tirar seu título de eleitor, embora só poderão votar aqueles que tiverem completado 16 anos na data da eleição.

CNN Brasil

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