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Greve na Educação: 50 escolas e creches de Rio Branco param atividades nesta quarta-feira, diz sindicato

Por Redação Folha do Acre 20/05/2026 11:28 Atualizado em 20/05/2026 11:31
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Os profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco deflagraram greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (20). A suspensão das atividades foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e pelo Sindicato dos Professores da Rede Pública Municipal de Rio Branco.

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Apesar da paralisação, algumas escolas e creches da rede municipal seguem funcionando normalmente. Segundo o sindicato, aproximadamente 50 unidades, entre creches, escolas de educação infantil e de ensino fundamental, aderiram ao movimento.

Além da greve, os trabalhadores também fazem um protesto, nesta quarta-feira (20), em frente à prefeitura da capital, na Praça da Revolução, para cobrar avanços nas negociações salariais e nas pautas da categoria.

A categoria reivindica melhorias na estrutura das escolas, atualização das gratificações das equipes gestoras e avanço nas discussões sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).

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A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que a principal pauta do movimento é a reposição salarial dos profissionais da educação municipal.

Prefeito de Rio Branco, ALysson Bestene/Foto: Ascom PMRB

Prefeito pede colaboração dos sindicatos

O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, falou sobre a possibilidade de reajuste salarial dos servidores. Segundo ele, a prefeitura chegou ao limite orçamentário.

“Nós chegamos no nosso limite diante do nosso orçamento que nós tínhamos preparado. É bom ressaltar que o que nós estamos apresentando em relação ao RGA, nós estamos superior, inclusive, São Paulo apresentou 3,51. Nosso índice inflacionário no Brasil é 4,14. Nós estamos dando 5% de RGA, de reposição inflacionária, e a nossa inflação é a menor do país entre as capitais. Nós chegamos a 1,82. Então nós estamos bem acima da inflação”, disse.

Alysson pediu a colaboração dos sindicatos para que o ano letivo não seja prejudicado.

“A gente espera a colaboração dos sindicatos, muitos já estão aceitando a proposta da prefeitura. Nós também levamos o nosso mínimo, que era de R$ 1,4 mil, e agora estamos levando ao salário mínimo, R$ 1.621. A equipe de apoio da Secretaria Municipal de Educação já aceitou, porque a gente já levou o mínimo ao valor do salário mínimo”, explicou.

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