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Após polêmica envolvendo áudio, Márcio Bittar sai em defesa de Flávio Bolsonaro: “Estamos com você”

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 14/05/2026 08:21 Atualizado em 14/05/2026 08:21
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O senador Márcio Bittar (PL) publicou nesta terça-feira, 13, um vídeo nas redes sociais em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro após repercussão envolvendo a produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre a trajetória política do ex-chefe do Executivo.

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Na gravação, Bittar afirmou que o projeto estaria sendo alvo de críticas políticas mesmo, segundo ele, sendo financiado exclusivamente com recursos privados.

A manifestação ocorreu após um áudio enviado por Flávio ao banqueiro Daniel Vorcaro em setembro do ano passado ser divulgado pelo site Intercept Brasil, onde o banqueiro teria destinado cerca de R$ 61 milhões para a produção cinematográfica. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Na mensagem de áudio enviada por Flávio a Vorcaro em 8 de setembro, o senador diz entender que o banqueiro passava por um “momento dificílimo” – pouco dias antes, em 3 de setembro, a compra do Master pelo BRB havia sido rejeitada pelo Banco Central – e que ficava “sem graça” de cobrar, mas pedia uma posição de Vorcaro sobre pagamentos pendentes.

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No vídeo em defesa de Flávio, Bittar criticou adversários políticos e mencionou escândalos envolvendo governos petistas, como Mensalão e Petrolão. “Amigos, o Brasil de fato está de cabeça para baixo”, afirmou Bittar no início da publicação.

O parlamentar do Acre também declarou que Flávio Bolsonaro estaria apenas buscando investidores privados para viabilizar o filme e negou qualquer uso de dinheiro público ou incentivo da Lei Rouanet.

“Se você for filho do presidente Bolsonaro e for atrás de um patrocínio para fazer um filme contando a história do seu pai, aí você será condenado”, disse.

Márcio Bittar enfatizou que o projeto não utilizaria recursos públicos. “Zero dinheiro público. Zero Lei Rouanet. Zero uso da máquina pública”, disse.

No vídeo, o senador classificou Jair Bolsonaro como “o político mais perseguido” do país e afirmou que a família sofre ataques constantes por questões ideológicas.

Bittar também demonstrou apoio político ao grupo bolsonarista para as eleições presidenciais e citou Flávio Bolsonaro como uma das lideranças do movimento. “Nós estamos do seu lado, Flávio. Nós todos sabíamos que a caminhada não seria fácil, seria árdua”, declarou.

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