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Após condenação de Gladson, Moisés Diniz chama críticos de “hipócritas”, cita prisão de Lula e operação G7 e diz que aguardará decisão do STF

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 07/05/2026 10:17 Atualizado em 07/05/2026 10:17
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O ex-deputado estadual e ex-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre, Moisés Diniz, usou as redes sociais nesta quinta-feira, 7, para comentar a condenação do ex-governador Gladson Camelí pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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Em vídeo publicado durante agenda de pré-campanha em Tarauacá, Diniz criticou o que classificou como “hipocrisia” de setores da esquerda e da direita diante da decisão judicial envolvendo o ex-governador acreano.

“De todos os delitos da humanidade, o único que não tem punição, que não tem código penal nas leis do planeta, é a hipocrisia”, afirmou.

Em seu posicionamento, Diniz declarou que pretende aguardar uma decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal antes de emitir julgamento sobre o caso e relembrou episódios envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Segundo ele, pessoas que defenderam Lula durante as condenações relacionadas à Operação Lava Jato agora comemoram a decisão do STJ contra Gladson Camelí. Diniz também afirmou que apoiadores de Bolsonaro criticam o julgamento do ex-presidente enquanto celebram a condenação do ex-governador acreano.

“Nós não podemos dizer apenas uma única coisa: vamos aguardar que o STF se posicione e possa ou não anular o processo que foi definido pelo STJ”, declarou.

No vídeo, o ex-deputado também citou a operação G7, ação investigou uma organização criminosa que fraudava licitações de obras públicas, envolvendo secretários de Estado do governo de Tião Viana (PT) e proprietários de empreiteiras no Acre em 2013 , e disse que nunca comentou decisões judiciais antes do trânsito final dos processos.

Moisés Diniz defendeu respeito às decisões judiciais e afirmou que mudanças nas leis dependem da atuação do Congresso Nacional.

A manifestação ocorre um dia após o STJ condenar Gladson Camelí a 25 anos e nove meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação.

A defesa do ex-governador informou que irá recorrer da decisão após a publicação do acórdão.

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