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Justiça nega habeas corpus e mantém presos jogadores do Vasco-AC investigados por estupro coletivo

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 04/03/2026 21:44
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A Justiça do Acre negou o pedido de liminar em habeas corpus apresentado pela defesa dos jogadores Erick Luiz Serpa Santos Oliveira, Matheus Silva, Brian Peixoto Henrique Iliziario e Alex Pires Júnior, investigados por suspeita de estupro coletivo contra duas mulheres em Rio Branco.

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Com a decisão, os atletas permanecem custodiados no Complexo Penitenciário da capital acreana. A informação foi confirmada nesta quarta-feira, 4, pelos advogados de defesa dos jogadores.

O caso ocorreu na madrugada do dia 13 de fevereiro, quando duas mulheres denunciaram ter sido vítimas de violência sexual dentro do alojamento de um clube na capital. Após as denúncias, a Polícia Civil iniciou as investigações.

Erick Luiz Serpa Santos Oliveira foi preso em flagrante no dia 14 de fevereiro. Já os jogadores Matheus Silva, Brian Peixoto Henrique Iliziario e Alex Pires Júnior tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 17 do mesmo mês. Todos negam a acusação.

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Segundo o advogado Robson Aguiar, que representa Alex Pires Júnior, a defesa protocolou no dia 19 de fevereiro um pedido de revogação da prisão. No entanto, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) manifestou-se contra a concessão de liberdade na última sexta-feira, 27.

De acordo com o defensor, o parecer do MP foi pelo indeferimento da revogação da prisão temporária, o que permite que os investigados permaneçam detidos por até 30 dias, prazo que ainda pode ser prorrogado por igual período.

O Ministério Público também solicitou celeridade à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) para a conclusão do inquérito policial. Após essa etapa, o caso seguirá para análise do Judiciário.

Ainda nesta quarta-feira, 4, o advogado Robson Aguiar informou que se reuniu com a delegada Elenize Frez, responsável pela investigação na Deam, para tratar da situação dos jogadores. Segundo ele, a autoridade policial também pode solicitar ao juiz a revogação da prisão caso entenda que a custódia não é mais necessária para o andamento das investigações.

Com informações do g1/ac

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