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Concursos e Empregos

Inscrições para cursos do programa Mulheres Mil iniciam em cinco municípios na segunda-feira

Por Por André Gonzaga, da Folha do Acre 22/01/2026 11:08
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Iniciativa do Ifac promove inclusão social e econômica com oferta gratuita de 120 vagas

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O Instituto Federal do Acre (Ifac) inicia na próxima segunda (26/1) as inscrições para o 2º bloco do 4º Ciclo do Programa Mulheres Mil. O prazo vai até 6 de fevereiro, com 120 vagas em cursos de qualificação profissional nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Sena Madureira e Xapuri.

O projeto é realizado em parceria com o Governo do Acre, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), liderada pela vice-governadora Mailza Assis (PP). A proposta é ampliar o acesso à educação e fortalecer a autonomia econômica das participantes, oferecendo formações alinhadas às demandas locais.

Entre os cursos previstos estão microempreendedorismo, assistência escolar, operadora de caixa, cuidadora infantil e frentista. As inscrições devem ser feitas presencialmente em locais definidos nos editais, como escolas, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e secretarias municipais parceiras.

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O processo seletivo prevê a divulgação do resultado preliminar em 19 de fevereiro, com prazo para recursos no dia 20 e publicação da lista final no dia 24. Já o início das aulas está programado para 2 de março.

Sobre o Mulheres Mil

Relançado em 2023 pelo governo Lula, é executado por instituições públicas de ensino em diferentes níveis e regiões do país. A essência está em promover equidade de gênero e superar violências, transformando a educação em instrumento de emancipação e em ponte para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam reescrever suas próprias histórias.

O programa se propõe a abrir portas para quem teve poucas oportunidades de escolarização e acesso ao trabalho, oferecendo cursos de formação profissional que dialogam com a realidade de cada comunidade. Ao garantir vagas gratuitas por meio da Bolsa Formação do Pronatec, consolidou-se como política de inclusão educacional e social.

Mais do que capacitar, busca compreender a dimensão de gênero em suas desigualdades, criando caminhos de permanência e êxito que se traduzem em autonomia e dignidade.

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