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PF deflagra operação contra tráfico interestadual de drogas em voos comerciais a partir de Rio Branco

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 16/12/2025 08:45
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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, 16, a Operação Queda Livre, com o objetivo de combater o tráfico interestadual de drogas realizado por meio do transporte aéreo. De acordo com as investigações, o esquema criminoso utilizava voos comerciais regulares que partiam do Aeroporto Internacional Plácido de Castro, em Rio Branco, com destino a diferentes estados do país.

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Ao todo, seis mandados judiciais foram cumpridos simultaneamente nos municípios de Rio Branco (AC) e João Pessoa (PB), sendo cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. As ordens foram expedidas pela Vara de Garantias do Tribunal de Justiça do Acre.

As apurações tiveram início após a identificação de um grupo ligado a uma facção criminosa com atuação no Acre. Segundo a Polícia Federal, a organização contava com o apoio de um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços no Aeroporto Plácido de Castro, responsável por facilitar o envio de entorpecentes em voos comerciais.

Durante a investigação, os policiais apreenderam duas remessas de cocaína, que somaram aproximadamente nove quilos da droga, retirados de circulação, representando um prejuízo significativo para a organização criminosa.

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Ainda no decorrer das apurações, a PF descobriu um esquema paralelo de emissão de CNHs digitais falsas, utilizadas pelos traficantes para a compra de passagens aéreas e o embarque com identidades falsas, com o objetivo de burlar os sistemas de fiscalização e controle aeroportuário.

As investigações apontam que o comando do grupo era exercido de dentro do sistema prisional. O líder da organização, mesmo custodiado, utilizava aparelhos celulares de forma clandestina para coordenar toda a logística e as operações do esquema criminoso.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam, com a finalidade de identificar outros possíveis envolvidos. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, falsificação de documentos e uso de documentos falsos.

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