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Advogada flagrada com droga em presídio no Acre é liberada em audiência de custódia após alegar depressão e borderline

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 11/11/2025 16:09 Atualizado em 11/11/2025 16:21
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A advogada Mariana de Oliveira, presa em flagrante após ser encontrada com drogas dentro da bolsa e escondidas no sutiã no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, foi liberada durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira, 11. O flagrante ocorreu na segunda-feira, 10.

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De acordo com o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), Mariana alegou sofrer de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e depressão. O juiz responsável pelo caso concedeu liberdade provisória mediante a obrigação de realizar tratamento no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps-AD-III). O Ministério Público do Acre (MP-AC) se manifestou favorável à decisão.

A soltura foi condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, entre elas a proibição de acesso a unidades prisionais e locais similares, a manutenção de endereço atualizado e a participação em palestras e grupos reflexivos na Central Integrada de Alternativas Penais (Ciap). O descumprimento de qualquer das condições poderá resultar na revogação da liberdade concedida.

Relembre o caso

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O caso ganhou repercussão após Mariana ser flagrada durante procedimento de revista no presídio. Segundo o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), a advogada foi ao local para atender um cliente e apresentou comportamento suspeito. Ao ser convidada a passar pelo body scanner, ela deixou a bolsa em um guarda-volumes destinado aos advogados.

Após o atendimento, ao retornar para pegar o objeto, um policial penal notou um volume estranho dentro da bolsa, que estava entreaberta. A equipe encontrou cerca de 800 gramas de entorpecente e, durante a abordagem, Mariana admitiu também portar dez pacotes de substância semelhante à maconha. Ela foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (Defla) e autuada por tráfico de drogas.

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Acre (OAB/AC), disse em nota que o caso está sendo investigado.

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