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Recém-nascido quase é enterrado vivo após ser dado como morto na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco

Por Redação Folha do Acre 25/10/2025 12:37 Atualizado em 25/10/2025 12:45
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Bebê prematuro acordou durante funeral em Rio Branco; família denunciou caso à polícia

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Na manhã deste sábado (25), uma família passou por momentos angustiantes após descobrir que o filho recém-nascido, prematuro de apenas 5 meses, quase foi enterrado vivo em Rio Branco.

De acordo com informações repassadas pelo barbeiro Marcos dos Santos Fernandes, pai da criança, sua esposa começou a sentir dores de parto na quinta feira (23). O casal mora no município de Pauiní, interior do Amazonas. Como a localidade não disponibiliza de muitos recursos da saúde, eles resolveram vim buscar atendimento médico na maternidade Bárbara Heliodora, na capital do Acre.

Segundo Marcos, a equipe de profissionais da saúde que atendeu sua esposa, identificada como Sabrina Souza, informou que ela teria entrado em trabalho de parto após a bolsa romper e perdeu líquidos. O pai da criança disse em depoimento que a equipe médica informou que sua esposa poderia aguardar para tentar um parto normal, ou tomando medicamentos para estimulação.

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A história fica complicada após o pai ser informado que sua esposa teria que sentir dores para dilatar e ter um parto normal, porém, Sabrina teria dado a luz no leito enquanto esperava o parto. Marcos disse que rapidamente uma profissional da saúde chegou para prestar ajuda e o informou que seu filho estava sem vida, enrolando a criança em uma pano e lavando para o necrotério do hospital.

Esse fato teria acontecido na noite da última sexta feira, uma assistente social teria o procurado para informar quais seriam os trâmites para enterrar a criança.

Na manhã deste sábado, uma funerária particular foi buscar a criança na maternidade e levou para ser enterrada no cemitério, antes de sepultar o recém nascido, uma parente pediu para olhar a criança, e ao abrir o caixão, o recém nascido estava vivo e chorando. Imediatamente a família entrou em pânico e levou a criança para a maternidade.

A Polícia Militar foi informada, uma guarnição do 1º Batalhão foi até a maternidade para averiguar as informações.

O caso foi parar na Delegacia Especializada de Proteção à Criança (DEPC).

A direção da maternidade deverá emitir uma nota através da Secretaria de Estado de Saúde para esclarecer o que pode ter acontecido.

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