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Gina Menezes

Com esvaziamento da pauta Bolsonarista, enredo de Bocalom e Bittar fica comprometido, diz colunista

Por Coluna da Gina Menezes 27/10/2025 11:11 Atualizado em 27/10/2025 11:39
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No Acre, política não é sobre ideologia, é sobre sobrevivência. E Tião Bocalom e Márcio Bittar sabem disso. Por isso, apostam todas as fichas no velho curinga da direita: Jair Bolsonaro. Mas esquecem que a pauta está esgotando. Até o presidente dos EUA já se achegou a Lula.

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Bocalom, Márcio Bittar e o “mito”

O “mito” não é mais o mesmo, porém, mesmo assim, Bocalom e Bittar continuam a rezar na mesma cartilha, porque, convenhamos, é o único capital político que ainda têm para oferecer.

Bocalom impopular

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Bocalom com uma gestão cheia de falhas não é a pessoa mais popular e querida na Capital do Acre.

Fator Bolsonaro

Bocalom e Márcio Bittar seguem firmes na aposta de que o “mito” ainda rende voto no Acre. Talvez renda manchetes, mas voto, já é outra história.

Sem replay

O problema é que a política não tem replay. O que funcionou em 2018 pode virar piada em 2026. Mas, por aqui, tem gente insistindo em dublar o passado.

Mailza observa

Enquanto os dois tentam ressuscitar o bolsonarismo, Mailza Assis observa em silêncio. E quem conhece o tabuleiro sabe: no Acre, quem fala menos, calcula mais.

Alan Rick se move

Alan Rick tenta se firmar como voz moderada da direita. Ele quer o público, mas sem o barulho. Difícil é fazer isso sem desagradar os radicais que o elegeram.

Base rachada

A direita acreana está igual a vitrine de loja em liquidação: cada um por si, todo mundo tentando salvar o que sobrou.

No fim das contas

O “fator Bolsonaro” ainda rende curtidas e palanque, mas está longe de ser garantia de vitória. E, no Acre, quem ainda não percebeu isso está jogando com as cartas marcadas.

A culpa é do mordomo

No caso do bebê que foi declarado morto e depois “acordou” no sepultamento, o roteiro é conhecido: a culpa vai cair no colo da equipe médica e o secretário Pedro Pascoal sairá ileso, imaculado como uma noiva virgem.

Protocolo

No governo, quando o escândalo bate à porta, sempre aparece um “mordomo” para pagar a conta. O sistema é tão previsível que já devia constar no protocolo da Sesacre: em caso de erro, isente o chefe.

Almoço com recado

Nesta segunda-feira (27), os vereadores Eber Machado, Neném Almeida e Fábio Araújo (todos do MDB) sentam à mesa com Alan Rick, pré-candidato ao governo. Cardápio: 2026. Sobremesa: sinalização de que aliança está no radar.

Bom dia a todos

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