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Bolívia reforça segurança na fronteira com Acre após fuga de criminosos do CV no Rio de Janeiro

Por Redação Folha do Acre 31/10/2025 11:45 Atualizado em 31/10/2025 11:47
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A Bolívia — a exemplo de Argentina, Paraguai e Uruguai — também reforçou o policiamento nas fronteiras do país, principalmente com o Brasil, em decorrência da fuga do Rio de Janeiro de criminosos ligados ao Comando Vermelho depois da megaoperação policial na terça-feira 28.

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O Ministério de Governo da Bolívia comunicou, nesta quinta-feira, 30, que reforçou o
policiamento em cidades das regiões de Pando, Beni e Santa Cruz, que fazem fronteira com Acre, Rondônia e Mato Grosso. A ação integra a operação “Escudo de Ferro”, lançada depois de relatos sobre a presença de criminosos estrangeiros no país.

“Especificamente, nos comandos de Santa Cruz, Beni e Pando, que ficam na fronteira com o Brasil, com o plano de operação ‘Escudo de Ferro’, ordeno que sejam realizadas operações policiais, ações ao longo de toda essa fronteira com o objetivo de impedir a entrada de pessoas ligadas a organizações criminosas em nosso país”, declarou o comandante da polícia, Augusto Russo.

Presidente eleito da Bolívia, Rodrigo Paz pediu reforço nas fronteiras

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Segundo o governo boliviano, os controles de fronteira foram intensificados por determinação do presidente Luis Arce, em resposta direta à operação policial no Rio de Janeiro. No extremo sul, o Uruguai também anunciou medidas para elevar a vigilâncianas áreas fronteiriças com o Brasil.

Antes do anúncio oficial do governo, o presidente eleito da Bolívia, Rodrigo Paz, pediu, ainda na quarta-feira 30, que o governo de Luis Arce adotasse as medidas “necessárias” para impedir a entrada de membros de organizações criminosas brasileiras no país.

Em comunicado, Paz instou Arce a “implementar imediatamente todas as medidas de controle e segurança necessárias para impedir a entrada em território nacional de membros de organizações criminosas vindas do Brasil, em decorrência dos graves atos de violência ocorridos recentemente no Rio de Janeiro”. “A salvaguarda de nossas fronteiras e a proteção dos cidadãos bolivianos devem ser uma prioridade nacional, acima de quaisquer diferenças políticas.”

Com informações Revista Oeste

 

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