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Opinião

STF amplia inquérito sobre atos antidemocráticos e inclui Bolsonaro, Eduardo e Malafaia

Por Por Adriano Gonçalves, da Folha do Acre 21/08/2025 11:05
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Operação autorizada pelo STF
A Polícia Federal cumpriu nesta semana mandados de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o pastor Silas Malafaia. A ação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro de inquérito que investiga supostas articulações para questionar a legitimidade das eleições de 2022.
Objetivo das investigações
Segundo o STF, a apuração mira a disseminação de conteúdos considerados como incitação a atos antidemocráticos e possíveis campanhas de desinformação contra instituições públicas. Além das buscas, a operação incluiu quebras de sigilo telemático para rastrear redes de apoio e eventuais financiadores.
Reações dos citados
•Jair Bolsonaro: em nota, a defesa afirmou que o ex-presidente nega qualquer envolvimento em articulações ilegais.
•Eduardo Bolsonaro: classificou as medidas como “excessivas” e disse confiar na reversão judicial.
•Silas Malafaia: declarou que colaborará com a investigação, mas criticou os métodos adotados.
PGR e desdobramentos
A Procuradoria-Geral da República (PGR) acompanha o inquérito e deve se manifestar nos próximos dias. Até o momento, o governo federal não comentou oficialmente a operação.
Impacto político
A ofensiva da PF mantém o STF no centro do debate público e amplia a tensão entre Judiciário e setores conservadores. Analistas avaliam que os desdobramentos do caso podem influenciar o cenário político nos próximos meses, especialmente com a aproximação das eleições municipais de 2024.
Adriano Gonçalver é colunista da Folha do Acre
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