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Cotidiano

Aumento nos custos operacionais faz Azul parar de operar em 13 cidades e mais 50 rotas não lucrativas

Por Redação Folha do Acre 12/08/2025 12:01
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A Azul informou que deixará de operar em 53 rotas de 13 cidades “não lucrativas”, como medida para reduzir custos e atualizar o plano de negócios que envolve o Chaper 11 (o equivalente à recuperação judicial no Brasil).

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As informações foram divulgadas no plano da companhia de agosto, que traz detalhamento sobre estratégicas para otimização da frota, melhorias da receita, melhoria nas unidades de negócios, redução do CapEx e menor exposição cambial.

O foco de reestruturação da companhia está em reduzir mais de US$ 2 bilhões em dívidas e levantar RS$ 1,6 bilhão em financiamento – dos quais aproximadamente US$ 670 milhões são destinados a mais liquidez, enquanto US$ 950 voltarão para investimentos de capital na saída do processo de recuperação judicial.

A Azul vai focar em hubs onde há as principais conexões, como os aeroportos de Viracopos (Campinas), Confins (Belo Horizonte) e Recife.

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A CNN questionou a Azul sobre a decisão e quais cidades deixaram de contar com os serviços da companhia. Em nota, a empresa se pronunciou e destacou que a decisão se trata de adequação do mercado ao que é ofertado, mas não informou até o momento as cidades que não vão mais contar com viagens da aérea.

Leia na íntegra abaixo:

“A Azul informa que, como empresa competitiva, a companhia reavalia constantemente as operações em suas bases, como parte de um processo normal de ajuste de oferta e demanda. Desta forma, a companhia vem promovendo ajustes em sua malha, já anteriormente divulgados, levando em consideração, ainda, uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, até questões de disponibilidade de frota, bem como o seu atual processo de reestruturação. A Azul ressalta que todos os Clientes impactados pelas mudanças receberam a assistência necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).”

CNN

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