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Adailton cobra subsídio para passagens aéreas, melhorias em ramais e segurança reforçada em hospitais

Por Por Mirlany Silva, da Folha do Acre 13/08/2025 12:22
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Durante a sessão ordinária desta quarta-feira, 13, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Adailton Cruz destacou três pautas prioritárias: a redução do custo das passagens aéreas para o município de Jordão, a recuperação de ramais no município de Quinari e a criação de um sistema de segurança para hospitais públicos.

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O parlamentar alertou que o preço das passagens aéreas para Jordão está em torno de R$ 1,5 mil, valor considerado elevado para a população local. Ele defendeu que o Governo do Estado subsidie pelo menos 50% desse custo para facilitar o deslocamento. “Já estamos realizando esse pedido via gabinete e Assembleia. Também vamos articular uma agenda com a vereadora na Casa Civil para tratar do tema”, afirmou.

Além disso, Adailton Cruz informou que destinou uma emenda parlamentar para Jordão, com o objetivo de apoiar políticas públicas voltadas à inserção de jovens no primeiro emprego, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social. “Proporcionalmente, Jordão foi o município onde tive mais votos, e é com gratidão que busco contribuir com sua população”, disse.

O deputado também agradeceu aos integrantes da Comissão de Agricultura da Aleac por convocarem uma reunião nesta quinta-feira, 14, às 9h, com produtores rurais do Quinari, prefeita, Ministério Público, presidente do Deracre e moradores. O encontro discutirá a situação precária de mais de nove ramais, que enfrentam problemas como bueiros estourados, pontes danificadas e falta de pavimentação. “Precisamos de um plano de intervenção para ajudar os produtores”, reforçou.

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Adailton apresentou um projeto de lei que torna obrigatória a instalação de dispositivos de segurança nas unidades hospitalares do Acre para acionar órgãos policiais em casos graves, protegendo pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. Segundo ele, medidas semelhantes já são adotadas no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. “Diante da onda de violência, nosso Estado não pode ser diferente”, concluiu.

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