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Política

Alan Rick subscreve requerimento e cobra ação da Prefeitura de Rio Branco sobre projeto de saneamento

Por Assessoria 02/07/2025 08:06 Atualizado em 02/07/2025 10:08
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O senador Alan Rick (União‑AC) participou nesta terça-feira (1º) de reunião na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, onde reforçou a urgente necessidade de avanços no saneamento do Acre e criticou a morosidade do prefeito de Rio Branco.

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O parlamentar subscreveu o requerimento apresentado pelo senador Jorge Seif (PL‑SC), que autoriza diligências externas nos estados do Acre, Tocantins e São Paulo. O objetivo é analisar in loco os desafios dos municípios, ouvir os gestores locais e mapear soluções já testadas em campo.

Alan Rick destacou o consórcio intermunicipal de resíduos sólidos que envolve os 22 municípios acreanos, fruto de parceria do seu mandato, governo federal e prefeituras locais. No Seminário sobre Saneamento, organizado pelo Senador, realizado em novembro do ano passado, o Ministro Waldez Góes e sua equipe técnica entregaram a minuta do projeto de modelagem para a construção dos aterros dos municípios acreanos, que até hoje não foi assinado pelo prefeito de Rio Branco, um entrave que impede o início dos estudos dos aterros sanitários. “Enquanto o contrato continua parado, 21 municípios do Acre operam lixões a céu aberto. As populações urbana e rural pagam o preço pelo descaso”, afirmou o senador.

Durante a reunião, o senador ainda mencionou os acordos firmados com o Ministério Público para suspender multas em três municípios, parte de um esforço para permitir a transição para o modelo consorciado.

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Para o Senador, não há mais espaço para postergações: “A Lei dos Resíduos Sólidos e o Marco Legal do Saneamento já deram os prazos. A prorrogação virou desculpa. A população merece acesso à água, esgoto tratado, drenagem urbana e gestão de resíduos com dignidade.”
E conclui: “Estamos propondo soluções reais. O consórcio existe. Os prefeitos estão dispostos. O governo federal está presente. Falta apenas que o prefeito da capital pare de se esquivar da responsabilidade. Saneamento não é favor, é obrigação”.

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