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Ramon Arruda, morto com 30 facadas pela irmã, era ativista da Ufac e liderava projetos sociais

Por Por Aikon Vitor, da Folha do Acre 04/06/2025 09:09 Atualizado em 04/06/2025 11:01
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A morte de Ramon Arruda Braz, 40, na tarde desta terça-feira (3), no bairro Tucumã, em Rio Branco, causou comoção na comunidade acadêmica da Universidade Federal do Acre (UFAC). Segundo informações preliminares, Ramon foi morto pela própria irmã, que estaria em surto psicótico. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso.

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Nascido em 7 de abril de 1984, Ramon era estudante do curso de Engenharia Agronômica da UFAC e figura conhecida entre colegas, professores e movimentos estudantis. Ativista político e social, tinha entre seus principais pilares a luta pela coletividade e o bem-estar dos estudantes.

Nos últimos anos, Ramon desenvolvia um projeto pessoal de agricultura urbana dentro da universidade. Sua ideia era instalar hortas comunitárias em vários pontos do campus-sede da UFAC, com um projeto-piloto próximo ao Bloco Walter Félix II. A proposta unia sustentabilidade, educação ambiental e segundo amigos, uma proposta de lutar contra o higienismo na Ufac.

A notícia de sua morte repercutiu rapidamente nas redes sociais e mobilizou entidades estudantis e coletivos universitários. Em nota, o Centro Acadêmico de Ciências Sociais Bruno Pereira afirmou:
“A sua partida desse plano não representa o esquecimento. Suas sementes e plantinhas são lembranças materiais de sua existência calorosa.”

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O velório de Ramon Arruda Braz ocorre nesta terça-feira (4), na Funerária Bom Jesus, localizada na Rua Isaura Parente. Familiares e amigos poderão se despedir entre 4h e 16h.

 

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