Início / Versão completa
Destaque

Justiça nega liberdade provisória a acusado de assassinar vigilante em escola de Rio Branco

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 12/06/2025 19:50
Publicidade

A Justiça do Acre negou o pedido de liberdade provisória feito pela defesa de Leandro Mendes dos Santos, um dos acusados pelo latrocínio do vigilante Raimundo de Assis Souza Filho. A decisão foi proferida pelo juiz Gustavo Sirena, da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da Comarca de Rio Branco.

Publicidade

A defesa havia solicitado a revogação da prisão preventiva, com a substituição por medidas cautelares alternativas, mas o magistrado indeferiu o pedido, destacando a gravidade do crime e o histórico de atos infracionais atribuídos ao réu.

Embora Leandro não possua condenações como maior de idade, o juiz ressaltou que, durante a adolescência, ele foi responsabilizado por ato infracional análogo ao crime de roubo, tendo sido internado e posteriormente descumprido a medida socioeducativa. “A natureza violenta dos fatos imputados justifica a manutenção da prisão preventiva”, escreveu Sirena na decisão.

O crime ocorreu na manhã de 7 de abril, nos corredores da Escola Maria Raimundo Balbino, localizada na região da Sobral, em Rio Branco. Leandro Mendes foi baleado durante uma troca de tiros com o vigilante, que tentava impedir a ação criminosa. Ele e os comparsas, Valdeusmar Bezerra da Silva e Francisco do Nascimento Costa, tornaram-se réus no mês passado.

Publicidade

O trio é acusado de latrocínio — roubo seguido de morte — contra Raimundo de Assis, que trabalhava como vigilante na escola no momento do ataque. O caso causou comoção na comunidade escolar e reacendeu o debate sobre a segurança nas instituições de ensino da capital acreana.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.