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Polícia

Vereador é preso suspeito de estupro, violência psicológica e perseguição contra adolescente

Por Redação Folha do Acre 26/05/2025 08:44
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O vereador Vanderley Sabino Fortunato (PP), conhecido como Piqueno Fortunato, foi preso, na manhã desta sexta-feira (23), suspeito de estupro de vulnerável, violência psicológica e perseguição contra uma adolescente de 13 anos em Manoel Urbano, no interior do Acre. A defesa do parlamentar informou ao g1 que ele nega a autoria dos crimes.

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Piqueno Fortunato foi o segundo vereador mais votado de Manoel Urbano, com 7,49% dos votos válidos, o equivalente a 507 votos. Veja os resultados das Eleições 2024 aqui.

Conforme a polícia, a vítima procurou a polícia para relatar os abusos na quinta-feira (22) junto à mãe. Na manhã desta sexta, o parlamentar foi intimado e prestou depoimento. Ainda na delegacia, teve a prisão em flagrante decretada.

De acordo com o relato da vítima, ela é amiga de uma filha de Fortunato, e relatou que era perseguida e intimidada por ele. A situação evoluiu para a tentativa de estupro, segundo a vítima, quando ele tentou tocá-la nessa quinta.

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“No entanto, ontem, a situação passou do limite, tendo tentado ele, supostamente, passar a mão nas suas partes íntimas e impedi-la à força. Por isso, ela compareceu à delegacia, juntamente com sua mãe, e relatou o fato à autoridade policial”, explicou o delegado Thiago Parente.

À Rede Amazônica Acre, o secretário geral do Progressistas no Acre, Lívio Veras, afirmou que o partido ainda está tomando conhecimento do caso. Já a Câmara Municipal de Manoel Urbano informou ao g1 que não vai se pronunciar sobre a prisão.

Ainda conforme a polícia, foi constatado que se tratava de flagrante, o delegado Parente determinou a prisão, e solicitou que Fortunato apresentasse advogado. Ele segue preso à espera de audiência de custódia.

Nota da defesa

“O indiciado é uma pessoa proba, de conduta ilibada e com pleno reconhecimento da cidade, e jamais praticou tal comportamento.

Portanto, a defesa está na tese de negativa de autoria, visto que os fatos são totalmente diferentes daqueles que foram narrados em sede policial.

Com informações G1

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