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Três suspeitos foram presos após jovens serem assassinados com requintes de crueldade

Por Redação Folha do Acre 29/05/2025 07:23 Atualizado em 29/05/2025 09:24
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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado em Investigação Criminal (NEIC) de Cruzeiro do Sul, encontrou na tarde da última quarta-feira, 28, dois corpos enterrados em uma cova rasa em uma área de mata no bairro Cruzeirão. As vítimas foram identificadas como Rian Barroso de Brito e Tiago Silva do Carmo. A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

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De acordo com as investigações iniciais, os jovens foram brutalmente assassinados com golpes de marreta, em um crime cometido com requintes de crueldade. Os corpos apresentavam sinais de extrema violência, incluindo mutilações e retirada de órgãos. As autoridades trabalham com a hipótese de que os homicídios tenham sido cometidos por integrantes de uma facção criminosa, que impôs um “tribunal do crime” às vítimas.

As diligências começaram no dia 27, quando familiares de Rian procuraram a Delegacia-Geral de Cruzeiro do Sul para registrar o desaparecimento do jovem. A partir disso, a equipe do NEIC iniciou uma operação contínua para apurar informações recebidas, inclusive de forma anônima, que indicavam a execução do rapaz em área de mata.

Durante as buscas, o corpo de Rian foi localizado enterrado em uma cova rasa. Em seguida, as equipes encontraram o corpo de Tiago Silva, nas mesmas condições, reforçando a suspeita de que os assassinatos estavam ligados e tinham motivação similar.

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Ainda no decorrer das investigações, dois menores de idade foram apreendidos e um adulto foi preso como suspeitos de participação nos crimes. A Polícia Civil continua com os trabalhos investigativos para identificar e capturar outros envolvidos.

O delegado Heverton Carvalho, responsável pela condução do caso, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe em dar uma resposta rápida à sociedade. “Trata-se de um crime de extrema barbaridade, que revela a crueldade com que essas vítimas foram tratadas. Desde o primeiro momento, nossas equipes atuaram de forma ininterrupta para esclarecer os fatos e identificar os responsáveis. A prisão dos suspeitos é apenas o começo. Outras pessoas estão sendo investigadas e novas prisões podem acontecer a qualquer momento”, afirmou o delegado.

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