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Gladson defende união e ações concretas para a Amazônia durante encerramento da 15ª Reunião do GCF Task Force

Por Por Kauã Lucca, da Folha do Acre 23/05/2025 11:09
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Durante o penúltimo dia da 15ª Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force), realizada no centro de convenções da Universidade Federal do Acre (Ufac), o governador Gladson Camelí (PP) voltou a destacar a importância da união entre os estados amazônicos e países vizinhos na construção de uma pauta concreta para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).

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Camelí enfatizou que o encontro permitiu discussões aprofundadas sobre os projetos do Acre e de toda a região amazônica. Segundo ele, a troca de experiências e a identificação de necessidades comuns entre os governadores foram fundamentais para alinhar estratégias.

“Este é um momento para debater, unir esforços e nos prepararmos com responsabilidade para a COP30. Ontem tivemos um diálogo muito aberto entre os governadores. As necessidades são praticamente as mesmas, e reafirmamos nosso compromisso de levar propostas viáveis, pois o tempo é o nosso maior inimigo”, afirmou o governador.

Ele ressaltou ainda que a execução urgente dos projetos ambientais é uma obrigação diante da crise climática. “Temos que agir rapidamente. Disse isso a representantes do Brasil, Colômbia, Equador, Bolívia e Peru: é essencial que estejamos unidos para apresentar uma pauta positiva. A população não pode mais esperar, e o planeta também não”, destacou.

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Camelí aproveitou a ocasião para agradecer a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a quem fez questão de homenagear.

“A presença da ministra Marina Silva é fundamental. Ela representa o Poder Executivo Nacional, tem uma liderança consolidada na pauta ambiental e é um orgulho para o Acre. Marina sempre esteve à frente dessas discussões. Hoje, o Acre é referência também por causa dela. Precisamos colocar a Amazônia em primeiro plano, mas sempre com os 30 milhões de amazônidas como prioridade. Eles precisam viver, criar seus filhos e prosperar”, concluiu.

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