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Cotidiano

Surto de bronquiolite em crianças lota UTIs no Acre e acende sinal de alerta na Sesacre

Por Redação Folha do Acre 14/04/2025 15:16
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A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) informou que precisou aumentar o número de leitos de Unidade de Terapia Semi-Intensiva e Intensiva pediátrica após aumento nos casos de internações com Síndrome Aguda Respiratória Grave, que engloba doenças como bronquiolite.

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De acordo com o painel de monitoramento de leitos da SESACRE, dos 20 leitos de UTI e Semi-Intensivo pediátricos no Hospital Iolanda Costa e Silva, em Rio Branco, 19 estão ocupados. Dos 50 leitos clínicos, 48 estão ocupados.

Socorro Elizabeth Rodrigues de Souza, gerente-geral do Sistema Assistencial à Saúde da Mulher e da Criança (SASMAC), diz como parte das ações contínuas de cuidado com a população, além da abertura dos 10 leitos de enfermaria que já estão em andamento, o planejamento da SESACRE prevê a abertura de outros 10, caso necessário, o que elevaria a capacidade para 70 leitos pediátricos.

Fabiana Marques, médica pediatra e intensivista, os pais devem ficar alertas a sintomas respiratórios. “Os sinais de alerta são recurso alimentar, sonolência, diminuição da diurese (xixi), cansaço e desconforto respiratório, que é progressivo, de forma rápida e súbita. Os pais devem procurar o sistema de saúde sempre que seus filhos apresentarem qualquer alteração respiratória, principalmente os menores de 6 meses, que ainda não têm prevenção de vacina contra gripe”, diz a especialista.

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Orientações de prevenção

Marques orienta aos pais e responsáveis de crianças que evitem a exposição dos pequenos em locais de aglomerações, como shoppings, supermercados, igrejas. Além disso, manter os ambientes internos arejados, com janelas abertas, e não uso de pelúcias que acumulam pó e a não exposição a fumaças como as de cigarro são importantes. Isto posto, mães de crianças em fase de aleitamento devem tomar a vacina contra a bronquiolite, que beneficia os bebês.

“A vacinação contra a bronquiolite hoje estão direcionadas para as mães, por isso que nós insistimos tanto para que as mães se vacinem, que as famílias se vacinem, e que a mãe mantenha o aleitamento materno exclusivo pelo menos até os seis meses de vida, porque uma mãe vacinada passa para o seu filho a imunidade que ele precisa”, orienta a médica Fabiana Marques.

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