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Política

Edvaldo Magalhães comemora crescimento da renda dos mais pobres em 10,7% com Lula na presidência

Por Assessoria 23/04/2025 11:15
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) usou o tempo regimental na sessão desta quarta-feira (23) para falar a respeito de uma pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas na última semana. De acordo com os dados, a renda dos mais pobres do Brasil cresceu 10,7%, em 2024.

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“A renda dos trabalhadores mais pobres do Brasil cresceu 10,7%. E comparada a renda dos mais pobres com as dos mais ricos, cresceu quase 50% a mais. E a pergunta é: por que a renda dos mais pobres cresceu mais? Pela decisão do governo do presidente Lula, que ao assumir a presidência, reajustou e criou um colchão de proteção social, com os programas sociais, tendo o Bolsa Família como carro-chefe, em 44%”, disse Edvaldo Magalhães.

Ainda de acordo com Edvaldo, a mesma pesquisa revelou que das vagas de emprego com carteira assinada criadas, mais de 75% foram ocupadas por pessoas beneficiárias dos programas do governo. Isso só foi possível por conta de ajustes feitos pelo governo Lula no Bolsa Família, que permite que os que recebem o benefício social pode sim ter carteira assinada.

“Aquilo, que o preconceito repete de forma constante, dizendo que a existência dos programas sociais faz com que levem a acomodação e a preguiça e as pessoas não se colocam à disposição do trabalho. Essa mesma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostra com os dados do Caged, que todas as vagas criadas em 2024, um total de 75,5% foram de pessoas integrantes dos programas sociais do governo federal, portanto do Bolsa Família”, frisou.

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Ele frisou, também, que a pesquisa da FGV prova que o Brasil está no rumo certo sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto alguns tentam atrasar o país com projeções pessimistas.

“Estou falando disso, porque anteontem, um desses economistas, desses lambe-botas do mercado financeiro, deu uma declaração de que para o Brasil salvar a sua economia ele precisava congelar o salário mínimo nos próximos seis anos para poder garantir o equilíbrio das contas fiscais. O salário mínimo não poderia ter um único reajuste”, disse.

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