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Dez vereadores faltam a sessão e Câmara de Rio Branco inicia trabalhos com quórum mínimo

Por Por Aikon Vitor, da Folha do Acre 23/04/2025 09:13 Atualizado em 23/04/2025 09:45
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A manhã desta quarta-feira (23) começou pontual na Câmara Municipal de Rio Branco, ainda que com o fôlego curto. Às 8h30 em ponto, horário regimental, o presidente da Casa, vereador Joabe Lira (União Brasil), bateu o martelo para dar início à sessão, contando com a presença exata dos 11 vereadores necessários para garantir o quórum mínimo.

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Entre os presentes estavam Zé Lopes (Republicanos), Fábio Araújo (MDB), João Paulo (Podemos), Eber Machado (MDB), Elzinha Mendonça (PP), Matheus Paiva (União), Samir Bestene (PP), Nenem Almeida (MDB), Aiache (PP), Lucilene Vale (PP) e o próprio Joabe. Uma presença a menos e a sessão sequer teria começado — algo que não passou despercebido nos corredores da Casa, após semanas marcadas por atrasos e sessões esvaziadas.

Com o número cravado, os vereadores não puderam sequer se afastar momentaneamente do plenário, nem para ir ao banheiro, sob risco de suspender os trabalhos. A regra está prevista no regimento interno, que exige o mínimo de 11 parlamentares para dar continuidade à sessão. A primeira chamada ocorre às 8h e, caso não haja quórum, uma segunda verificação é feita às 8h30 — momento em que, por pouco, a manhã legislativa não virou mais um registro de falta de compromisso.

A pontualidade, ainda que em cima do laço, parece ter sido uma resposta direta às críticas recentes sobre a frequência e o desinteresse de parte dos parlamentares. Resta saber se foi pontualidade por pressão ou início de um novo hábito.

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