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Rio Juruá atinge cota de transbordo em Cruzeiro do Sul e autoridades emitem alerta

Por Por Aikon Vitor, da Folha do Acre 06/03/2025 10:56
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O Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, atingiu sua cota de transbordo nesta quinta-feira (6), marcando 13 metros, após fortes chuvas na região. O Corpo de Bombeiros, que monitora o nível do rio, está em alerta, pois a elevação pode continuar nas próximas horas devido ao volume de água ainda em descida do Alto Juruá.

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O monitoramento é realizado em uma área extensa, que inclui a fronteira com o Peru e os municípios de Ipixuna e Guajará, no Amazonas, com o objetivo de prever com precisão o comportamento do rio em Cruzeiro do Sul. As previsões indicam que o nível da água continuará subindo nos próximos dias.

Na Foz do Breu, na divisa com o Peru, o nível do Juruá subiu mais de um metro durante a madrugada. Em cidades como Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, o rio estava em vazante no dia anterior, mas a expectativa é que a água continue subindo em Cruzeiro do Sul. A água que desce do Alto Juruá ainda está chegando, o que contribui para o aumento do nível do rio na cidade.

Apesar do transbordamento, a retirada de famílias das áreas afetadas ainda não foi realizada. A retirada costuma começar quando o nível atinge 13,30 metros. Nesse momento, equipes começam a ser acionadas para fazer vistorias nas residências mais comprometidas, realizando uma análise detalhada para oferecer uma resposta ágil e eficaz, minimizando os danos à população.

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O Corpo de Bombeiros, em parceria com a Defesa Civil municipal, já implementou o plano de contingência e mantém equipes em prontidão. As embarcações, equipamentos e pessoal foram mobilizados para atuar, caso seja necessário retirar moradores.

Além do risco de alagamentos, a cidade enfrenta dificuldades no tráfego. Algumas ruas apresentam erosões e buracos, impactando a circulação de veículos e pedestres. Moradores relatam apreensão com o avanço da água e com a possibilidade de precisar abandonar suas casas se o nível continuar a subir.

As autoridades recomendam que as famílias em áreas de risco fiquem atentas às orientações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. Em caso de emergência, a população pode acionar os órgãos competentes para solicitar ajuda.

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