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Irmãos acreanos estão entre vítimas de chacina no AM; frieza do assassino surpreende polícia

Por Por Aikon Vitor, da Folha do Acre 23/10/2024 11:33
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Na madrugada de terça-feira, 22, a comunidade de Ouro Preto, na zona rural de Guajará, foi abalada por um triplo homicídio que vitimou dois irmãos acreanos, Pedro e Miguel Cavalcante da Silva, e um morador local, Adair José da Silva Nascimento. O crime, que chocou a população da região, ocorreu em uma área ribeirinha, na divisa com o município de Ipixuna.

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De acordo com o delegado Adenilson Carlos Aguiar, da Polícia Civil de Guajará, os corpos de Miguel e Adair foram encontrados com marcas de tiros no rosto, resultado de disparos de espingarda a curta distância. Pedro, de 65 anos, ainda não foi localizado, mas o autor do crime alega que ele foi atingido e caiu no rio, desaparecendo nas águas. O Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar buscas na região.

O autor do crime foi preso na própria comunidade, aguardando a chegada das autoridades. Em depoimento, ele alegou que as vítimas teriam tentado invadir sua residência durante a madrugada, o que o motivou a disparar contra elas. O delegado Aguiar comentou sobre a frieza do autor, que, após cometer os assassinatos, enviou áudios pelo WhatsApp relatando o ocorrido. Ele informou que havia matado as vítimas e pediu ao pai que chamasse a polícia, afirmando que “arrastaria os corpos para dentro de casa, colocaria os pés em cima e aguardaria a chegada da polícia”, revelou o delegado.

Os irmãos Pedro e Miguel Cavalcante eram moradores de Mâncio Lima, uma cidade acreana próxima a Guajará. Adair, por sua vez, residia em Guajará e possuía propriedades rurais nas imediações da comunidade, onde realizava atividades de pesca. As investigações prosseguem, e a arma utilizada no crime já foi apreendida pelas autoridades, que buscam esclarecer todos os detalhes que cercam essa tragédia.

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Os corpos foram encaminhados para a sede do município, onde os procedimentos legais continuarão a ser realizados. A polícia Civil já começou a investigar as circunstâncias e a motivação por trás dessa chacina.

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