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Política

Lista negra: 17 ex-prefeitos do Acre são declarados inelegíveis; alguns tentam ser candidatos

Por Por Aikon Vitor, da Folha do Acre 14/08/2024 10:23
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Em um movimento que pode remodelar o cenário eleitoral do Acre, o Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou uma lista de quase 20 ex-prefeitos do estado que estão inelegíveis devido a condenações relacionadas às suas contas públicas. A decisão, que foi encaminhada à Justiça Eleitoral, pode ter um impacto direto sobre as eleições municipais deste ano.

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Dentre os nomes citados, destacam-se Michel Marques, do União Brasil, concorrendo à prefeitura de Bujari, e Marilete Vitorino, que busca a vice-prefeitura em Tarauacá na chapa de Rodrigo Damasceno, do Progressistas. A lista também inclui gestores de outras cidades importantes, como Assis Brasil, Epitaciolândia e Xapuri. O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TCE-AC) receberá os dados para garantir que os candidatos inelegíveis não sejam aprovados.

Os partidos políticos têm um prazo para registrar suas candidaturas, após o qual a Força-Tarefa do Ministério Público Eleitoral (MPE) deverá intervir, solicitando a impugnação dos registros daqueles que estão na lista de inelegíveis.

Entre os ex-prefeitos afetados estão:

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– Dr. Betinho Gonçalves Filho e Maria Eliane Gadelha Carius (Assis Brasil)
– Tião Flores e José Ronaldo Pessoa Pereira (Epitaciolândia)
– Otávio Guimarães Vareda e Joais da Silva Santos (Capixaba)
– Luiz Helosman de Figueredo e Cleidson de Jesus Rocha (Mâncio Lima)
– Júlio Barbosa Aquino e Marcinho Miranda (Xapuri)
– Everaldo Gomes (Brasileia)
– Ruy Coelho (Porto Acre)
– Nilson Areal (Sena Madureira)
– Francisco Sebastião Mendes (Manoel Urbano)
– Francisco Ernilson Freitas (Rodrigues Alves)
– Vagner Sales (Cruzeiro do Sul)
– Radson Oliveira Almeida (Marechal Thaumaturgo)

O impacto desta decisão será acompanhado de perto, pois pode alterar as estratégias das campanhas e influenciar a eleição em vários municípios do Acre. O próximo passo envolve a resposta dos partidos e a ação dos promotores para garantir que a integridade do processo eleitoral seja mantida.

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