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Pandemia fez IDH do Acre cair 3,9%, acima da média nacional de 2,4%

Por Redação Folha do Acre 30/05/2024 08:47 Atualizado em 30/05/2024 08:56
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A pandemia da CIVID-19 provocou uma grande queda no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil e de muitos outros países, embora essa queda não ocorresse de forma homogênea entre municípios e estados brasileiros. Relatório divulgado na terça-feira, 28, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) os estados brasileiros que tiveram a maior queda no IDH Municipal entre 2019 e 2021.

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O Acre teve queda de 3,9% no índice IDH, alcançando o coeficiente 0, 719, maior que a taxa do Brasil, que foi de queda de 2,4% entre 2019-2021. No IDH, quanto
maior o índice, menor a igualdade e menor a diferença entre os mais ricos e os mais pobres em uma região.

Em síntese, os valores apresentados pelo PNUD consideram o IDH Municipal (IDHM), metodologia adaptada do IDH, que estima não só a longevidade, a taxa de escolaridade e os níveis de rendimento da população, mas também a qualidade de vida da população e a garantia de acesso ao conhecimento e saúde naquela região.

O estudo mostra que todos os estados brasileiros tiveram queda no IDHM durante o período da pandemia, mas alguns conseguiram minimizar os danos. E estes não eram necessariamente aqueles com maiores recursos financeiros.

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“Os Estados que conseguiram construir consensos em torno de agendas de políticas públicas para superar e lidar com as dificuldades da Covid-19 tiveram, com base no IDH, um desempenho diferenciado e mais positivo que os demais”, afirma o representante residente do PNUD no Brasil, Cláudio Provida.

O Estado com o pior IDH do país até a pandemia, o Maranhão, teve queda no índice menor que o Distrito Federal, considerado muito desenvolvido (-2,6% e -5,2%, respectivamente). Segundo a Provida, houve uma boa gestão do Maranhão em relação à crise do coronavírus.

Alagoas e Sergipe tiveram o melhor desempenho, com queda de apenas 0,4%. Amapá e Roraima tiveram as piores quedas, 6,6% e 6,7%, respectivamente. Dos seis estados que tiveram IDH considerado “muito alto” em 2019, apenas dois mantiveram a posição: São Paulo e o Distrito Federal.

O número de Estados com IDH considerado “médio” aumentou de dois para sete. As regiões Norte e Nordeste foram as mais impactadas.

Considerando o HDIM total brasileiro, houve avanço de 5,2% entre 2012 e 2019, mas retração de 2,4% de 2019 para 2021. Isso fez com que o Brasil fechasse o ano de 2021 com um HDIM de 0,766, valor apenas 2,7% superior ao de 2012 (0,746). (A Tribuna)

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