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Cotidiano

Segurança ainda não sabe como detentos tiveram acesso a 15 armas usadas em rebelião

Por Redação Folha do Acre 28/07/2023 08:42 Atualizado em 28/07/2023 10:54
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O que motivou a rebelião no presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro Alves, em Rio Branco, foi uma tentativa de fuga, segundo o coronel José Américo Gaia, secretário de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), que tratou o caso como um “momento de crise” e disse que as investigações ainda estão em andamento.

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Em coletiva, nesta quinta-feira (27), a Segurança informou que ainda não sabe como a rebelião iniciou e nem como os presos tiveram acesso a 15 armas usadas para manter um policial penal e um detento reféns por mais de 24 horas. Na ação, cinco presos foram mortos por outros detentos.

A polícia também não confirmou como os presos foram mortos, porém, o g1 teve acesso a informações do Instituto Médico Legal (IML) de que alguns dos presos foram decapitados, mas ainda não se sabe quantos.

Outra versão é de que a rebelião teria sido causada por um grupo criminoso que queria demonstrar poder. A ação teria sido orquestrada para que esse grupo pudesse matar membros da facção rival. Porém, a Sejusp disse que essa possibilidade ainda é investigada.

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“Tivemos uma situação de crise no presídio Antônio Amaro, quando aproximadamente 13 detentos tentaram empreender fuga do presídio, rendendo o faxineiro e um policial penal. No primeiro momento houve uma tentativa de sair dos presídios e foram impedidos pela guarnição do Iapen [Instituto de Administração Penitenciária]. O que vale ressaltar é que não tivemos uma rebelião, tivemos uma tentativa de fuga com tomada de refém e, infelizmente, constatamos os cinco detentos que serão identificados e depois divulgados os nomes dessas pessoas”, disse o secretário.

Ao ser questionado de como o policial foi rendido e como os presos tiveram acesso a 15 armas, o presidente do Iapen, Glauber Feitoza, disse que tudo ainda está sendo investigado.

“A priori, as informações preliminares é de que a partir do momento que o nosso policial foi rendido, isso fragilizou a rotina de segurança. O que a gente pede agora é que os canais de comunicação aguardem as apurações para que a gente possa apurar o que transcorreu no interior da unidade”, disse.

Com informações G1

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