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Jorge Viana nega ocultação de bens e diz que reportagem do Estadão sobre duplex é criminosa

Por Gina Menezes 19/07/2023 09:35
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Acusado de ocultar bens da Justiça Eleitoral, o ex-senador Jorge Viana, atual presidente da Apex/Brasil, negou por meio de nota enviada à imprensa nesta quarta-feira (19) que tenha adquirido o apartamento de luxo e diz que o repórter do Estadão superfaturou o valor.

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Sobre a movimentação patrimonial de Jorge Viana, a assessoria de imprensa esclareceu ao jornalista que a aquisição do imóvel citado na reportagem nunca esteve sob suspeita ou em meio a qualquer controvérsia.

“Sobre a movimentação patrimônial de Jorge Viana, assessoria de imprensa esclareceu ao jornalista que a aquisição do móvel citado na reportagem nunca esteve sob suspeita ou em meio a qualquer controvérsia. O apartamento em questão não tem 500m2 e muito menos foi adquirido por 4,2 milhões. O imóvel tem 300m2 e foi comprado por 70% do valor mencionado na reportagem. O jornalista supervalorizou em 30% o preço do apartamento”, diz trecho da nota.

A compra, segundo a assessoria de Viana, ocorreu em fevereiro de 2022, quando não havia qualquer vínculo com o cargo que Jorge Viana passou a ocupar a direção da Apex/Brasil, em janeiro de 2023. E foi declarada junto à Receita Federal, no IRPF entregue em 2023.

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“Em 2022, perante a Justiça Eleitoral, foi apresentada a declaração de bens do então candidato ao governo do estado do Acre, conforme determina a Resolução 23.675, de 16 de dezembro de 2021, do Tribunal Superior Eleitoral”, diz a nota, assinada pela assessoria de imprensa.

A nota também afirma que não houve ocultação de bens. “O dispositivo normativo do TSE determina a entrega da relação atual de bens (em 2022, portanto), de forma simplificada, contendo a indicação do bem e valor declarado à Receita Federal, dispensando-se a inclusão de endereços de imóveis, placas de veículos ou qualquer outro dado pormenorizado. E assim foi procedido. Tudo como determina a lei, levando em conta que a declaração à Receita Federal em 2022 tinha como ano-base o ano de 2021. Portanto, não houve omissão, como ressalta criminosamente o repórter”, justifica.

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