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Menina de 11 anos é levada com dores na barriga para UPA, entra em trabalho de parto e dá à luz no Acre

Por Redação 13/03/2023 08:26
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Um caso de estupro de vulnerável foi descoberto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito de Rio Branco na última sexta-feira (10). Uma criança de 11 anos deu entrada no hospital com dores na barriga, entrou em trabalho de parto e deu à luz um menino.

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A menina estava no sétimo mês de gestação, aproximadamente. Ao g1, um parente, que não quis se identificar, contou que a menina relatou para a mãe que estava passando mal e com dores na barriga. A mãe levou a filha na UPA e lá as duas descobriram a gravidez.

Ainda segundo a família, a criança relatou para a mãe foi abusada pelo padrasto. Ela disse que era ameaçada de morte pelo suspeito caso contasse dos abusos. Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Flagrantes (Defla) e a equipe pediu exames no Instituto Médico Legal (IML).

Após o parto, a menina foi encaminhada para a Maternidade Bárbara Heliodora, onde ela e o recém-nascido receberam os atendimentos necessários. “Ela reclamou de muita dor na barriga, levaram ela na UPA e encaminharam para a maternidade. Lá ela falou que foi o padrasto. Os policiais mandaram ela ligar para o padrasto, ligou no viva voz, o cara confirmou que foi ele. Porém, a polícia disse que não poderia prender porque não tinha mandado”, contou o parente.

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O caso é investigado pela Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Decav). A reportagem entrou em contato com o delegado Alberto Dalacosta, responsável pelas investigações, e foi informada que a polícia já ouviu alguns familiares e iniciou as diligências.

“Não temos essa informação de confessar. Está em apuração, temos muita coisa para analisar ainda. Está em segredo, temos que ouvir a menor ainda de formalmente porque há algumas contraversões sobre isso. Ainda estamos apurando a autoria”, resumiu.

Criança chora muito

Ainda segundo o familiar, a vítima está muito abalada e com medo do padrasto. O parente afirma também que a família não percebeu a gravidez antes.

“Ela só chora com medo do padrasto, que a ameaça de morte a mãe dela e os irmãos. Ela é um pouco gordinha e ninguém nunca percebeu nada. A barriga não cresceu, o ciclo menstrual normal. Os médicos até ficaram surpresos com isso”, confirmou.

G1

 

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