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Acre terá sete candidatos ao governo e oito ao Senado

Por A Tribuna 07/08/2022 10:32
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Sete candidatos a governador disputarão presença em um provável segundo
turno na eleição acreana. Oito se apresentam para a única vaga do senado. O governador Gladson Cameli (Progressistas) concorre à reeleição e ganhou um adversário inesperado de última hora, com a candidatura de Jorge Viana (PT) pelo PT. Sérgio Petecão (PSD), Mara Rocha (MDB), Marcio Bittar (União Brasil), Nilson Euclides (PSOL) e David Hall (Agir) completam a disputa.

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Na vaga de senador, o ex-deputado Ney Amorim (Podemos), o deputado estadual Jenilson Leite (PSB), em disputa solo, sem candidato a governador, e a deputada federal Vanda Milani (PROS) se juntam à ex-vice-governadora Nazareth Araújo (PT), o deputado Alan Rick. o advogado Sanderson Moura (PSOL), a professora Márcia Bittar e o jornalista Dimas Sendas (Agir). No último dia de prazo para as convenções, os partidos e coligações definiram suas chapas, não sem confusões, mudanças de última hora e insatisfações e indicaram os nomes dos candidatos ao governo do Estado, do Senado e dos vices nas chapas majoritárias, além da nominata para deputados estaduais e federais. Ainda não está completamente definido o quadro. Todos têm até o dia 15 para confirmar o registro das candidaturas.
A Federação da Esperança definiu chapa pura do PT, Com Jorge Viana ao governo, Marcus Alexandre de vice e Nazaré Araújo ao senado. O Progressistas terá dois candidatos, Ney Amorim, oficial, na chapa e Alan Rick, que mesmo na composição com Márcio Bittar, no União Brasil, conseguiu apoio da direção nacional para fazer campanha para Gladson. O MDB, sob protestos de grande parte da militância confirmou Márcia Bittar (PL) para o senado, quando grande parte do partido queria Flaviano Melo.

De acordo com o professor Manuel Coracy Saboia, especialista relações internacionais, as indefinições dos partidos da esquerda acreana, prejudicavam as chances de chegarem ao governo do Estado. Entretanto, depois da declaração do especialista, o PT compôs forte chapa, com seus principais nomes. O professor questiona se senador Sérgio Petecão (PSD), tem fôlego para chegar ao segundo turno, como provável adversário Gladson Cameli.

Márcio Bittar é uma incógnita, principalmente por fazer campanha em um partido e apoiar a esposa em outra coligação, Mara Rocha sofreu um desgaste com o fim da convenção do MDB e a insatisfação da militância e os demais candidatos têm pouca chance, pouco tempo de Tv e pouca verba.

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