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Assis Brasil

Aluno é preso suspeito de passar a mão no corpo de colega dentro de escola no Acre

Por Redação 05/05/2022 06:45 Atualizado em 05/05/2022 08:48
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Alunos da Escola Profª Íris Célia Cabanellas Zannini fizeram um protesto nesta quarta-feira (4) contra a situação. Estudante de 20 anos teria passado a mão nas nádegas de uma colega de 15 nessa terça. Assustada, vítima procurou a direção do colégio, que chamou a PM.

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Um estudante de 20 anos foi preso em flagrante suspeito de passar a mão nas nádegas de uma colega, de 15, nessa terça-feira (3) na cidade de Assis Brasil, interior do Acre. Os dois são alunos da Escola Profª Íris Célia Cabanellas Zannini. O jovem foi detido por importunação sexual e aguarda deliberação da Justiça na delegacia do município.

Os dois alunos são estudantes do 1º ano do ensino médio. Segundo a direção, o jovem de 20 anos começou a estudar tarde, foi oferecido ele fazer o programa de Educação para Jovens e Adultos (EJA), mas a família preferiu mantê-lo em ensino regular. A direção informou ainda que, mesmo sem laudo, o aluno apresenta algumas necessidades especiais e faz uso de medicamento específico.

As informações foram confirmadas e repassadas ao g1 nesta quarta (4) pelo delegado que investiga o caso, Erick Maciel.

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Durante a manhã desta quarta, os estudantes da escola fizeram um protesto contra a situação e em apoio à colega agredida. Com cartazes e faixas, os adolescentes pediram justiça e repudiaram o ato praticado contra a estudante. “Queremos aulas, não assédio”, dizia um dos cartazes.

Ainda conforme o delegado, a aluna voltava para a sala de aula quando o estudante a atacou. Com medo, a adolescente procurou a direção da escola e a Polícia Militar foi chamada. Todos foram conduzidos para a delegacia e ouvidos.

“Segundo informações da família do autor, este tem problemas mentais. [Ele] confessou, mas apresenta comportamento de uma pessoa com problemas mentais, que será melhor avaliada durante o processo criminal”, explicou o delegado.

Alunas teriam relatado para uma moradora, que pediu para não ter o nome divulgado, que o rapaz já tinha assediado e passado a mão em outras colegas.

O delegado confirmou também que a direção da escola foi ouvida e ofereceu toda assistência à aluna. Sobre a questão da sanidade mental do estudante, Erick Maciel disse que ele deve ser submetido a exames que comprovem alguma patologia mental e se isso o impede de entender a gravidade do ato praticado.

G1

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