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Policial penal que teria matado ex da namorada em Rio Branco ainda não se apresentou à polícia

Por Redação Folha do Acre 02/03/2022 07:26 Atualizado em 02/03/2022 09:27
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Policiais civis tentaram encontrar o servidor público após o crime. DHPP recebeu a informação que o policial deve se apresentar após o período de flagrante. Crime ocorreu nesta terça (1º) no bairro Abraão Alab, na capital.

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O policial penal que teria matado a tiros Marcondes Inácio de Oliveira, de 33 anos, na manhã desta terça-feira (1), ainda não se apresentou para a polícia e nem foi achado pelos policiais. A informação foi confirmada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que vai investigar o caso.

Segundo a polícia, Marcondes de Oliveira foi até a casa da ex-mulher, na Rua Major Ladislau Ferreira, bairro Abrahão Alab, em Rio Branco, tentar reatar o casamento, mas teria ficado furioso ao perceber que a ex não estava sozinha e saiu com um facão nas mãos.

O policial penal, que aguardava a namorada no carro em frente de casa, reagiu e atirou no homem. Após os disparos, o servidor público fugiu do local.

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Ao g1, o delegado Ricardo Casas disse que recebeu a informação de que o policial deve se apresentar, possivelmente, na quinta-feira (3), após o período de flagrante. Após o crime, policiais civis tentaram achar o servidor, mas não conseguiram localizá-lo.

“Se ele se apresentasse hoje, dependendo da situação, a gente ia prender. Os meninos ainda tentaram achar, mas não encontraram. Para ser foragido da Justiça tem que ter um mandado de prisão, e ele não tem mandado de prisão. Ele está em uma situação de evadido do local do crime, não quis correr o risco de ficar preso. Vamos ouvi-lo, interrogar testemunhas, coletar imagens para, realmente, esclarecer de uma forma coerente a situação. Não vamos simplesmente acreditar no que ele falar”, destacou.

Por conta do feriado de Carnaval, Casas contou que também não ouviu a ex-mulher da vítima. Ela será intimada e também deve ser ouvida na quinta. “Se ele tivesse sido preso em flagrante a gente teria ouvido todo mundo, mas, como não houve nenhuma prisão em flagrante, não há razão também para ouvir ela agora”, complementou.

O delegado acrescentou que ainda não é possível afirmar se o crime foi em legítima defesa. “Está muito cedo ainda para tirar qualquer conclusão”, conclui.

Fonte: G1/AC

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