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Policiais militares e bombeiros protestam em frente ao Palácio Rio Branco por reajuste salarial

Por Redação Folha do Acre 24/02/2022 09:50
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Categoria pede correção do cálculo da gratificação de titulação e realinhamento salarial com as demais forças de segurança pública. Grupo se reuniu nesta quinta-feira (24) na frente do Palácio, no Centro de Rio Branco.

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Um grupo de policiais militares e bombeiros está fazendo um protesto em frente ao Palácio Rio Branco nesta quinta-feira (24), no Centro da capital. A categoria pede:

– Correção do cálculo da gratificação de titulação

– Realinhamento salarial com as demais forças de segurança pública

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A reportgem entrou em contato com a porta-voz do governo, Mirla Miranda, mas ainda não obteve resposta sobre a situação.

Vestidos de preto, eles pediram que o governador do Acre, Gladson Cameli, cumpra com promessas feitas à categoria. Segundo o presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar, sargento Igor Oliveira Santos, a luta do grupo é antiga e precisa ser atendida pelo governo.

“Foram várias promessas de campanha, entre elas a correção do cálculo da gratificação de titulação, que já é um símbolo de luta dos militares, e o realinhamento salarial com as demais forças de segurança pública. A Polícia Militar hoje é a instituição de Segurança Pública que menos recebe seus proventos e nossa importância na sociedade é indiscutível. Nós não queremos nem mais e nem menos que ninguém, apenas os direitos iguais”, disse o presidente da associação.

O sargento lembrou ainda que a categoria não pode grevar, mas indicou que, caso as reivindicações não sejam acatadas pelo governo, eles devem parar de cumprir bancos de horas e, com isso, deve reduzir efetivo nas ruas.

“Os serviços nos quartéis, os bancos de horas, nossos policiais vão parar de ser voluntários para esses serviços, o que vai desencadear na diminuição do efetivo nas ruas. Claro, infelizmente, isso vai impactar na segurança da população, que não tem nada a ver com a causa. Mas, espero que compreendam que isso é uma justa reivindicação dessa classe que todos os dias levanta, 24h por dia, para proteger pessoas que nós nem conhecemos”, concluiu.

G1

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