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Pelo menos 10 famílias querem adotar criança que nasceu em calçada em Rio Branco

Por Redação Folha do Acre 27/01/2022 08:00 Atualizado em 27/01/2022 08:26
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O Conselho Tutelar segue na busca pelos familiares da mulher, conhecida como Leiliane, caso ninguém seja localizado, a criança poderá ser adotada

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Após a repercussão do vídeo de uma mulher que deu à luz na manhã de terça-feira, 25, na Avenida Getúlio Vargas, nas proximidades da maternidade Bárbara Heliodora, na capital acreana, pelo menos 10 famílias já procuraram o hospital tentando adotar a criança, uma menina que nasceu pesando mais de 2,7 quilos e medindo 48 centímentros. A informação foi repassada pela conselheira tutelar, Ana Paula Costa.

“Ontem [terça-feira] procuramos a maternidade, na verdade a equipe do Serviço Social ligou para o Conselho Tutelar para tomarmos as devidas medidas. Quando chegamos ao hospital, a mãe já estava no centro cirúrgico sendo examinada. A criança está sendo cuidada por uma equipe de profissionais, e seu estado de saúde é perfeito. Até comentamos que é um milagre ela estar viva, ter nascido tão perfeita”, disse Costa.

A conselheira falou que a equipe segue na busca pelos familiares da mulher, conhecida como Leiliane, caso ninguém seja localizado, a criança poderá ser adotada.

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“A partir de agora vamos fazer a busca por um familiar que possa se responsabilizar pela criança. Até então, encontramos algumas famílias que querem adotá-la, mas tem todo um procedimento para que isso ocorra, para entender a vida dessa mãe, para entender o que de fato ocorreu para que isso tivesse acontecido. A prioridade é encontrar um familiar, um tio, uma tia, um avô ou uma avó para cuidar da menina, caso não aconteça, ai a criança é encaminhada para a institualização, no caso o Educandário, e entraria na fila de adoção”.

Ana Paula salientou que a mãe da criança tem transtornos e vive em situação de rua. “Apesar dela receber abrigo, onde tem comida, quem a ajuda não é sua família de sangue. É uma senhora que lhe acolheu. Por esse motivo, é difícil que ela consiga ciudar da criança. Como esse caso tem vários outros, de mães em drogadição, com problemas mentais que não são acompanhadas no período de gestação”.

A Gazeta do Acre

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