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Delegada diz que não tem provas de que houve importunação sexual contra policial

Por Redação Folha do Acre 30/11/2021 10:25 Atualizado em 30/11/2021 10:25
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O delegada Carla Ívane, responsável pelo inquérito que apura os fatos que culminaram com a tentativa de homicídio contra o estudante de medicina Flávio Endres, falou a respeito dos procedimentos tomados, que apontam que as análises das imagens de câmeras do bar onde a confusão começou ainda não permitem identificar a importunação sexual alegada pela sargento Alda Radine, mulher do sargento da PM, Errison Nery, preso.

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Segundo a versão dada pelo militar, a importunação sexual foi o real motivo de todo o tumulto que resultou nos tiros. Alda e Darlene, as duas mulheres de Nery, foram ouvidas por Carla Ívane.

“Elas já foram ouvidas ontem na delegacia, inclusive a sargento Alda registrou um boletim de ocorrência acerca de uma suposta importunação sexual que teria sido praticada pela então vítima. Entretanto, até o momento da análise das imagens, e friso isso, não é possível verificar essa importunação que ela apontou, mas as análises seguem em curso”.

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