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Política

“Não Cairemos Sem Lutar”, dispara Neném Almeida contra desmonte do Banco do Brasil

Por Redação Folha do Acre 21/01/2021 17:59
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O deputado estadual Neném Almeida participou de uma manifestação em favor dos servidores do Banco do Brasil contra o desmonte pretendido pelos bancários.

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Almeida destacou que o Banco do Brasil é uma instituição sólida e que, de 2016 a 2019, registrou crescimento, em termos nominais, de 122% no lucro líquido. No mesmo período, a receita de tarifas aumentou 22%.

“Não Cairemos Sem Lutar!!!
Sem Recuar, Sem Cair e Sem Temer. Contra a reestruturação do Banco Brasil, contra o fechamento de agências e contra a demissão de funcionários”, disse.

O parlamentar disse que com o desmonte, quem sofrerá as consequências será a população. “Perde os funcionários e principalmente a população”, encerrou.

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Em relação ao fechamento de agências, no Acre, 4 deverão passar por mudanças e fechamento: Agência da Avenida Ceará, em Rio Branco; da Catedral, em Cruzeiro do Sul; Assis Brasil e Bujari vão ser fechadas. A agência de Mâncio Lima vai deixar de ser agência e se tornar posto de atendimento, assim como a de Feijó.

Desmonte do BB

O desmonte foi imposto pelo governo Bolsonaro em meio à pandemia; reduz a rede de agências do banco, corta salários, funções gratificadas e prevê a redução de 5 mil postos de trabalho. As medidas previstas para serem impostas neste primeiro semestre de 2021, englobam o fechamento de 361 unidades, sendo 112 agências, 7 escritórios e 242 Postos de Atendimento (PA), além da conversão de 243 agências em postos de atendimento e a ‘transformação’ de 145 unidades de negócios em Lojas BB, estes dois últimos, sem gerentes e guichês de caixa.

Com o fechamento de agências e a sua transformação em PAs, serão cortadas funções gerenciais e de módulo, tendo o banco anunciado, também, a extinção do pagamento contínuo da gratificação de caixa. Os funcionários destas atividades sofrerão uma redução salarial significativa. Os caixas passarão a receber como escriturários. Como parte do plano de desmonte do BB, o governo federal, maior acionista individual do banco, pretende dispensar mais de 5 mil funcionários através do Plano de Adequação de Quadros (PAQ) e do Plano de Desligamento Extraordinário (PDE).

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