Início / Versão completa
Cotidiano

A novela continua: DNIT diz que ponte do Madeira ficará pronta no final de março

Por Redação Folha do Acre 11/01/2021 08:31
Publicidade

O superintendente Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura em Rondônia, engenheiro André Lima dos Santos, informou que o motivo de a obra de conclusão da ponte do Abunã, no Rio Madeira, não ter sido concluída se deveu a falta de aço no mercado nacional, alta do dólar e a pandemia.

Publicidade

Segundo André, essa construção está sendo executada pelo consórcio Arteleste/Enescil. Ela estava prevista para ser totalmente concluída, em dezembro de 2020, conforme promessa do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, feita em novembro passado.

André explicou que a alta dólar no ano passado e a pandemia foram as razões para o atraso na entrega da ponte. “A empresa que está na obra, comprou em junho de 2020 todo o aço necessário para a conclusão. Mas, ocorreu a pandemia, subida do dólar e as siderúrgicas exportaram toda a matéria prima, deixando o mercado nacional desabastecido. Hoje, quem procura por aço só recebe, no mínimo, em março”, disse.

Multa de R$ 8 milhões
Ele afirmou ainda que as empresas não estavam conseguindo entregar a quantidade de aço ne- Dnit afirma que ponte do Abunã ficará pronta no final de março cessária para a obra. Devido a isso, foram forçados a diminuir o ritmo nos elevados da ponte. O superintendente contou que o Dnit precisou conversar e sensibilizar os fabricantes de aço, quanto à importância da ponte para os estados do Acre e Rondônia. Assim, conseguiu-se que o aço necessário fosse entregue em dezembro passado.

Publicidade

Enquanto negociava-se o aço, os trabalhos continuaram, mas focados nos serviços de terraplanagem e aterro.

“Hoje o aterro está 100% concluído. Dos 800 metros já temos cerca de 700 m pavimentados. O aço para a obra chegou em dezembro e estamos trabalhando em dois turnos. Informamos à sociedade que o nosso prazo de entrega da ponte é no final de março de 2021, podendo até terminar antes”, declarou o superintendente.

Questionado se o consórcio Arteleste/Enescil, que está construindo a ponte, sofrerá alguma penalidade, caso ocorra mais um atraso na conclusão da obra, o superintendente do Dnit, afirmou que sim. “Serão penalizados em 5% do valor contratado. Essa multa seria em torno de R$ 8 milhões”, finalizou André dos Santos.

Com informações A Tribuna

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.