Início / Versão completa
Sena Madureira

Câmara avalia se projeto de aumento de salário enviado por Mazinho tem legalidade

Por Kenedi Rodigues 16/12/2020 14:28
Publicidade

A equipe jurídica da casa pode atestar a inconstitucionalidade do projeto de Mazinho. O prefeito havia enviado à Câmara proposta para aumento o próprio salário de R$ 14 para R$ 18 mil

Publicidade

Depois que o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que visa o aumento de salário do prefeito, vice e secretários, a reportagem do ContilNet procurou o presidente da casa legislativa do município, Alípio Brito (MDB), para saber quais são os próximos passos da proposta.

Em entrevista, o emedebista confirmou a chegada do texto, que está sendo avaliado pela assessoria jurídica da casa, que vai atestar ou não a sua constitucionalidade.

“Já recebemos a proposta do executivo, mas nossa comissão jurídica está avaliando a sua legalidade”, salientou.

Publicidade

Caso o parecer jurídico seja favorável, o PL de Mazinho será encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, em seguida, para o plenário, onde será votado pelos demais parlamentares. A CCJ é presidida pelo vereador Jossando Cavalcante (PSDB).

Se levado em consideração o que foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em maio de 2020, sobre a suspensão do aumento de vencimentos do funcionalismo de municípios, estados e União até 2021, por conta da pandemia do coronavírus, a proposta de Mazinho pode se tornar inconstitucional.

Alípio explicou que a decisão federativa também está inserida no processo avaliativo. “Isso também está sendo avaliado”, continuou.

Se o PL for aprovado pela equipe jurídica e pela CCJ, a previsão é que seja levado aos demais vereadores para votação no próximo dia 22 de dezembro, quando será a última sessão do ano de 2020.

 

Contil Notícias

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.