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Destaque

Minoru Kinpara é destaque em debate promovido pelo jornal Folha do Acre

Por Assessoria 31/10/2020 11:15
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O candidato comentou sobre a falta de segurança à população e reafirmou o compromisso para administrar Rio Branco com seriedade

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O candidato à prefeitura de Rio Branco pelo PSDB, Minoru Kinpara, foi destaque no debate entre os prefeitáveis da capital promovido pelo jornal Folha do Acre na noite desta sexta-feira, 30. O professor comentou sobre os pormenores de seu plano de governo e discutiu sobre a precariedade da segurança no município, além de mostrar propostas para a movimentação da economia no período pós-pandemia.

Durante o debate, Minoru discorreu sobre os dados de violência da capital e falou que a cidade não dispõe de guarda municipal e nem de plano de segurança, além do fato da juventude estar se perdendo para a criminalidade todos os dias.

“Lamentavelmente, quando olhamos os dados, (vemos que) Rio Branco é a segunda capital mais violenta do país; e se levarmos em consideração as 5.570 cidades que temos nesse imenso Brasil, Rio Branco está entre as vinte cidades mais violentas. O município não pode assistir de camarote essa violência”, destacou.

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O candidato também comentou que faz política construindo pontes, e não muros. Ele se comprometeu a se, caso eleito, buscar união e parcerias com o governo do estado e o Governo Federal para somar esforços e combater as desigualdades existentes. Destacou também, em suas colocações, que é contra quaisquer tipos de extremismos e que não faz política baseada em ideologias. “Precisamos de unidade para melhorar nossa cidade e estado”, pontuou.
Por fim, Minoru Kinpara enfatizou que os inimigos deles não são seus adversários políticos, mas sim os problemas da cidade. O candidato aproveitou o momento para externalizar o carinho e admiração às igrejas que, muitas vezes, fazem trabalho sem apoio da prefeitura. Ele falou também que um de seus grandes compromissos para com os rio-branquenses é de aumentar, no primeiro ano, setecentas novas vagas nas creches. Para tanto, comentou que a saída seria fazer parcerias com a iniciativa privada e as instituições religiosas. Finalizou dizendo que “não estamos aqui para ser servidos, mas para servir”.

 

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