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Política

“Gladson veio para impor agenda conservadora e truculenta”, diz Edvaldo sobre rompimento com Socorro

Por Redação Folha do Acre 18/09/2020 14:06
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O deputado estadual do PCdoB, Edvaldo Magalhães, decidiu falar sobre o episódio envolvendo a saída dos comunistas da aliança com Socorro Neri (PSB), que foi decidida 30 minutos antes da convenção do PSB que oficializou Neri como candidata à reeleição na última segunda-feira (14).

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Segundo Edvaldo, quem decidiu sobre a saída do PCdoB da aliança com Socorro Neri foi o governador do Estado, Gladson Cameli (PP).

Edvaldo disse que o PCdoB foi convidado para permanecer na aliança com Socorro Neri (PSB) pela própria prefeita e também pelas direções estadual e municipal do partido, mas as divergências com o projeto político do governador foram fundamentais para o partido se retirar.

“Quando o Gladson resolveu apoiar a Socorro por não ter conseguido resolver o apoio no seu próprio grupo, ele veio para impor uma agenda conservadora e métodos da truculência política. A agenda conservadora fruto da sua marketagem precisava pintar a candidatura de azul e para pintar a candidatura de azul precisa tomar medidas políticas e no meio do caminho tinha uma pedra chamada PCdoB. E para ele pintar a candidatura de azul precisava remover essa pedra chamada PCdoB. Houve resistência por parte da própria prefeita e por parte dos presidentes do PSB, Jenilson Leite e Cessar Messias, mas não foi suficiente para permanecermos na aliança”, disse o comunista.

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Edvaldo disse que se orgulha do PCdoB não se curvar ao projeto de Cameli e permanecer como resistência.

“Querem disputar essa eleição com quem é mais conservador e obscurantista. A prefeita resistindo e contrariada se permitiu pintar de azul e o PCdoB resolveu não se dobrar. É um orgulho estar nessa aliança com o PT e PSOL novamente”, concluiu o comunista.

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