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“Trabalhamos com indícios fortes de desvio”, diz delegado geral sobre prisão de Tião Fonseca

Por Redação Folha do Acre 03/08/2020 16:06 Atualizado em 03/08/2020 17:59
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Ex-diretor do Depasa teve contas bancárias bloqueadas e indisponibilidade de bens pedido pela polícia

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O delegado geral da Polícia Civil do Acre, Josemar Pontes, afirmou que a polícia trabalha com indícios fortes de desvio de recursos público para ter pedido a prisão do ex-diretor presidente do Depasa, Sebastião Fonseca.

“Trabalhamos com indícios fortes. Mas que vai decisir sobre o processo é o Tribunal de Justiça”, disse delegado geral da Polícia Civil.

Os alvos são acusados de desvios de recursos públicos e o pagamento na ordem de R$ 561.853,06, realizado em março deste ano, em favor da empresa Bucar Engenharia, de propriedade da esposa de Fonseca, é o principal ponto investigado.

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Josemar conta que a operação teve início há cerca de 2 meses após denúncias de que o diretor do Depasa teria pagado empresa da sua esposa, Delba Nunes Bucar, dona da Bucar Engenharia.

“As investigações fluíram e estão bastante materializadas e hoje estamos aflorando em uma operação necessária para o complemento dessa investigação. A operação tem o objetivo de recuperação de ativos, bloqueio de contas, mandados de busca e epreensão e prisão de duas pessoas, onde uma delas já está cumprindo o mandado”, diz Pontes.

De acordo com o delegado Alcino Junior, responsável pela investigação, “existe uma situação de pagamento irregular feito a uma denominada empresa que tem vínculo com os ex-gestores. A ideia é com os bloqueios de bens e indisponibilidade é fazer com o que o Estado possa recuperar os valores que foram subtraídos através de pagamentos irregulares”, diz.

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